WASHINGTON, 6 de fevereiro – A procuradora-geral Pam Bondi anunciou na sexta-feira que os Estados Unidos prenderam uma pessoa suspeita de desempenhar um papel fundamental no ataque de 2012 ao consulado em Benghazi, na Líbia.

Bondi disse que Zubayar al-Bakush será extraditado para os Estados Unidos para enfrentar acusações de assassinato, incêndio criminoso e terrorismo.

Quatro militares dos EUA foram mortos no ataque de 11 de setembro de 2012, que foi inicialmente considerado uma resposta espontânea aos protestos, mas mais tarde foi determinado como um ataque deliberado de extremistas, alguns dos quais estavam ligados a grupos afiliados à Al-Qaeda.

Al Bakush é a terceira pessoa a enfrentar acusações criminais decorrentes do ataque. Dois outros, Ahmed Abu Qatara e Mustafa al-Imam, cumprem longas penas de prisão, e outro suspeito, Ali Awni al-Khalji, foi morto num ataque aéreo iraquiano em 2015.

Baksh enfrenta oito acusações, incluindo homicídio, tentativa de homicídio, incêndio criminoso e conspiração para apoiar o terrorismo, disse Jeanine Pirro, principal procuradora dos EUA no Distrito de Columbia.

O ataque tornou-se um símbolo da turbulência em Benghazi e na Líbia como um todo, destacando a instabilidade e a presença do terrorismo na região. Isto levou a uma série de investigações nos Estados Unidos e colocou os republicanos do Congresso em conflito com a então secretária de Estado Hillary Clinton antes de esta concorrer à presidência em 2016 como democrata. Reuters

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