
Cão comunitário resgatado após esfaqueamento em Praia Grande, SP Um cão comunitário foi internado em uma clínica veterinária após ser esfaqueado em Praia Grande, litoral de São Paulo. A Prefeitura g1 disse que o responsável pelo ataque ainda não foi identificado. Segundo a administração municipal, agentes da Guarda Costeira chegaram à base na manhã desta quinta-feira (29) para assumir o comando, quando encontraram vestígios de sangue próximo à estrutura localizada na praia, no bairro Canto do Forte. ✅ Clique aqui para acompanhar o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A Prefeitura disse que ‘Caramel’ Stray morava perto da base e sempre recebia guardas no início do expediente. Percebendo sua ausência, começaram a procurá-lo. O cachorro foi encontrado embaixo de um recipiente usado para guardar ferramentas. Ele tinha várias facadas e sangrava muito, segundo a Prefeitura. Cão comunitário é esfaqueado em Praia Grande, SP Fotos cedidas pelo protetor animal Donny Socorro Os guardas acionaram uma equipe da Secretaria de Controle de População Animal, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o cão para uma clínica veterinária particular credenciada pela Prefeitura. Segundo a reportagem, o vira-lata foi operado na tarde de quinta-feira. O órgão municipal informou que as imagens das câmeras de monitoramento da orla estão sendo analisadas pelo Centro Integrado de Comando e Operações Especiais (SICO) para auxiliar na investigação e identificar os responsáveis. A Prefeitura acrescentou que o caso foi documentado em Boletim de Ocorrência da Guarda Civil Municipal (GCM) e deverá ser encaminhado à Polícia Civil e ao Ministério Público (MP). A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não conseguiu localizar o registro até a última atualização desta reportagem. Orelha Cão Orelha, que sofreu em Florianópolis Reprodução/Redes Sociais Mais um caso de maus-tratos a animais gerou reações em todo o Brasil. No dia 4 de janeiro, o cão comunitário Orelha morreu após um ataque na Praia Brava, um dos bairros mais nobres de Florianópolis (SC). Pessoas presentes no local encontraram Orela em agonia. Quatro adolescentes foram identificados como os agressores. Três adultos, dois pais e um tio do menor foram acusados por suspeita de coagir uma testemunha. O cão foi levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, foi sacrificado devido à gravidade dos ferimentos. A perícia indicou que o cão havia sido atingido na cabeça por um objeto pontiagudo, ou seja, sem ponta ou lâmina. O objeto usado no ataque não foi encontrado. Cão Orelha: Pais e tio de adolescente acusados de coagir testemunhas Vídeo: Santos no g1 1 min


















