Uma mulher vota na eleição presidencial dos EUA de 2024 na Pittsburgh Manchester School, em Pittsburgh, Pensilvânia (5/11) Quinn Glabicki/Reuters A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou nesta quarta-feira (11) uma medida que exigiria comprovação de cidadania norte-americana para participar das eleições de meio de mandato. A oposição afirma que a medida impõe um fardo desnecessário aos eleitores e concentra o poder eleitoral nas mãos do presidente Donald Trump. ✅ Acompanhe o canal de notícias internacionais g1 no WhatsApp O projeto exige comprovação de cidadania no ato do registro para votar nas eleições e prevê penalidades criminais para funcionários que cadastrarem pessoas sem os documentos exigidos. As eleições intercalares, também conhecidas como “midterms”, serão realizadas em 3 de novembro. Os americanos renovarão toda a Câmara dos Representantes e 35 dos 100 assentos no Senado. Atualmente, o Partido Republicano de Trump controla ambas as casas do Congresso. As pesquisas indicam que o Partido Democrata, de oposição, pode ganhar força na disputa. O texto foi aprovado por 218 votos a 213. Agora, a proposta irá ao Senado, mas não deve atingir a maioria de 60 votos necessária para aprovação. A proposta é a versão mais recente de uma iniciativa que surgiu na campanha presidencial de 2024, impulsionada pelas falsas alegações de Trump de que um grande número de imigrantes indocumentados votaram nas eleições federais. Medidas semelhantes já foram aprovadas duas vezes pela Câmara — em abril passado e em 2024 —, mas rejeitadas no Senado. A votação ocorre uma semana depois de Trump ter pedido aos republicanos que assumissem o “controle” das eleições em mais de uma dúzia de lugares. Leia também EUA avaliam ataque ao Irã e se preparam para enviar novo porta-aviões ao Oriente Médio Jornal diz que tumultos policiais na Argentina envolvem queima de pneus e demanda por melhores salários Aeroporto reabre após confusão entre controladores de tráfego aéreo dos EUA e militares que testarão sistema secreto anti-drones na fronteira com o México Vídeo do g1: vídeo mais visto

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