Caso Orella: Novo vídeo e depoimento do caso A investigação sobre a morte do cão comunitário Orella em Florianópolis avançou esta semana. Após analisar imagens de câmeras de segurança e ouvir testemunhas, a Polícia Civil de Santa Catarina identificou um menino de 15 anos como responsável pelo ataque que levou à morte do animal. O incidente ocorreu no dia 4 de janeiro, na Praia Brava. Segundo a polícia, foram analisadas quase mil horas de filmagens e entrevistadas 24 testemunhas. O boletim de ocorrência foi encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e a Polícia Civil solicitou a internação do menor. Outros três jovens inicialmente suspeitos foram descartados. O delegado Renan Balbino explicou: “Com base no local onde achamos que o ataque aconteceu, dois dos (adolescentes suspeitos) nem estavam lá. A Polícia Civil alegou que dados de localização de celulares foram cruzados com imagens de vigilância: o adolescente saiu do condomínio às 5h25 e seguiu para a praia, junto com outros jovens; Às 5h58, ele retorna ao local, desta vez com um adolescente; Às 5h18, Orella é vista diante das câmeras saindo de sua pequena casa; Às 6h32, uma foto mostra o cachorro andando de costas, já ferido, segundo os investigadores; Às 7h05, aparece o último registro do cachorro. Questionado sobre as fotos, o delegado disse que elas indicavam ferimentos: “Na nossa opinião, sim. Analisamos as fotos e notamos que ele já estava ferido ali”. A defesa do jovem Cão Orelha, agredido em Florianópolis Reprodução/Redes sociais, porém, contestou a explicação da polícia. “A polícia disse que o incidente aconteceu entre 5h30 e 6h da manhã. O cachorro foi visto andando normalmente às 7h da manhã. Se ele se machucou, foi depois desse horário”, disse o advogado Alexandre Kale. A polícia disse que nenhum relatório especializado específico foi produzido para identificar a hora exata do ataque. Existem inconsistências no material recolhido, realçando a vulnerabilidade dos defensores dos menores identificados como responsáveis ​​pela agressão. Em suas palavras: “Ainda há muitas pontas soltas, muitas coisas que precisam ser resolvidas. Onde está a filmagem do assassinato do cachorro? Onde está a filmagem do adolescente que matou esse cachorro?” A polícia, por sua vez, afirma que o adolescente se contradisse ao declarar inicialmente que só estava na piscina do condomínio na manhã do ataque. Outro assunto destacado pela polícia aconteceu quando o jovem voltou de viagem aos EUA, 25 dias após o caso. Ainda no aeroporto, familiares tentaram esconder os bonés e moletons que usavam no dia do ataque, segundo os investigadores. A mãe do menino negou a tentativa. “Em nenhum momento recusei ou escondi porque peguei o boné. Ele estava usando moletom na viagem, então não havia motivo para esconder e não sabíamos de quais provas eles estavam falando”. A defesa também criticou o pedido de internação. “O Estatuto da Criança e do Adolescente não prevê isso. É um absurdo. A pedido da polícia, o tribunal ordenou a entrega do passaporte do menor. Ouça podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTIC O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais apps de podcast, o Fantástico traz ótimas reportagens, investigações e histórias interessantes para podcasts com a chancela jornalística: profundidade, contexto e fatos. Acompanhe, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu reprodutor de podcast favorito. Há um novo episódio todos os domingos. PRAZER, RENATA Podcast ‘Prazer, Renata’ está disponível no g1 e no principal app de podcast. Acompanhe, inscreva-se e curta ‘Prazer, Renata’ na sua plataforma preferida.

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