Aplausos sinceros cumprimentaram a adoção em 20 de maio da Organização Mundial da Saúde (OMS) Pandemic Acordom, um tratado que considera os governos mais responsáveis ​​e menos egoístas quando surgirem futuras pandemias. Sem dúvida, houve uma vantagem de alívio para os palitos. Após três anos de argumento feroz, uma esmagadora maioria dos ministros e funcionários da saúde de mais de 130 países – mas não a América, que está deixando quem e boicotando o tratado – votou para aprovar o texto.

Para as líderes de torcida, isso foi esperançoso. O chefe da OMS, o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, parabenizou os governos por uma “vitória pela saúde pública, ciência e ação multilateral”.

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