A genética não analisa muito quando se trata das ciências sociais. Esse é um legado dos dias sombrios da eugenia, quando pesquisadores como Francis Galton pensaram que o gênio era hereditário e o futuro da humanidade deveria estar exclusivamente nas mãos – e úmidos – da elite.
Mas a omissão, sugere uma equipe internacional de pesquisadores em uma nova análise, encoberta uma verdade sobre a maneira como as sociedades são estratificadas hoje. Embora se pense que o status socioeconômico de uma pessoa reflete a influência de seu ambiente, ela não pode ser cuidadosamente divorciada da biologia-e da genética, em particular.
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