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BEIRUTE – O grupo militante libanês Hezbollah prometeu, no dia 1 de Março, confrontar os Estados Unidos e Israel sobre esta questão.
Os seus ataques ao Irão, o principal apoiante do grupo
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O chefe do Hezbollah, Naim Qasem, disse num comunicado: “Cumpriremos o nosso dever de enfrentar a agressão”, acrescentando que o seu movimento não abandonará a “esfera da honra e da resistência”.
O grupo libanês não tomou nenhuma acção até agora desde que os Estados Unidos e Israel lançaram ataques ao Irão em 28 de Fevereiro.
O grupo organizou uma manifestação no final de 1 de Março numa base na periferia sul de Beirute para mostrar apoio ao aliado Irão, entre receios de que as autoridades libanesas interviessem no conflito.
“As decisões de guerra e paz cabem exclusivamente ao Estado libanês”, disse o presidente libanês Joseph Aoun em 1º de março, após uma reunião de emergência do Conselho Superior de Defesa do país.
O Hezbollah também apelou às mesquitas para recitarem o Alcorão e organizarem cerimónias memoriais para o comemorar.
Morte do líder supremo iraniano, aiatolá Khamenei
tanto nos arredores de Beirute como noutras partes do Líbano onde o grupo exerce influência.
Khamenei foi morto em 28 de Fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel lançaram conjuntamente uma série de ataques sustentados contra a República Islâmica.
O Hezbollah levantou-se depois de sofrer um duro golpe na guerra com Israel, mas não interveio em nome do Irão durante a guerra do Irão.
Houve uma guerra de 12 dias com Israel em junho do ano passado.
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Qasem sucedeu Hassan Nasrallah como chefe do grupo.
após a morte deste último
Ele disse em 1º de março que o assassinato do aiatolá Khamenei e de outras autoridades iranianas no ataque de setembro de 2024 a Israel foi “o cúmulo de um crime”.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, descartou em 28 de fevereiro a possibilidade de o país ser arrastado para a guerra após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã. AFP


















