O vídeo mostra o suspeito chegando à casa do jornalista antes de matá-lo em Curitiba. O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou Jonathan Barros Cardoso e Alison Henrique de Cristo Gonçalves pela morte do jornalista Cristiano Luiz Freitas (46), em Curitiba. Ambos foram condenados por extorsão que resultou em morte. O tribunal condenou Allison a 40 anos de prisão e Ghonatan a 37 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. A jornalista foi assassinada em março de 2025. Foi encontrada morta dentro de sua própria casa, com as mãos amarradas e amarradas com uma fita. ✅ Acompanhe o canal g1 PR no WhatsApp. Eles poderão recorrer da sentença, mas em sistema fechado. g1 não conseguiu encontrar a defesa dos dois. Segundo Filipe Mucci Garzon, advogado que representa a família de Cristiano, o juiz entendeu nesta sentença que os réus usaram de violência para constranger a vítima a fim de obter vantagem. A extorsão, no entanto, resulta na morte da vítima e, neste cenário, a lei determina que a pena seja aplicada no mesmo nível do roubo – que é o roubo que resulta em morte. LEIA MAIS: Da UTI à alta hospitalar: Saiba como foi a recuperação do advogado que salvou sua família de uma ‘situação constrangedora’ em um incêndio: Perdigão diz que abordou o policial que o agrediu só para cumprimentá-lo VÍDEO: Fã de 7 anos de Gustavo Lima recebe cavalo do cantor e pede homicídio após escrever carta para Viorna. RPC Cristiano, que foi encontrado morto dentro da própria casa, foi encontrado por vizinhos que entraram na casa após verem um carro saindo do estacionamento e o portão da casa aberto. Pouco antes, vizinhos ouviram gritos e acionaram a Polícia Militar (PM-PR) acreditando se tratar de um caso de violência doméstica. Dois suspeitos fugiram após o crime. Jonathan Barros Cardoso, 27 anos, foi preso dois dias depois do caso. Cerca de um mês e meio depois, Alison Henrique de Cristo Gonsalves, 29 anos, também foi preso. A investigação revelou que Cristiano conheceu Jonathan em um aplicativo de namoro e combinou um encontro dos dois na casa do jornalista. Câmeras de segurança registram a chegada do criminoso ao local. A foto mostra um carro prateado, dirigido por Ghonatan, aproximando-se da residência. O portão se abre e o estacionamento estaciona na garagem. O suspeito então saiu do carro e entrou na casa. Cerca de dez minutos depois, o portão se abre novamente e Ghonatan é visto entrando no carro e fugindo. Segundo a polícia, o homem já teve pelo menos seis vítimas anteriores de roubo e extorsão. Segundo a investigação, Ghonatan marcava encontros por meio do aplicativo e depois os ameaçava com arma de fogo, para que as vítimas pudessem realizar transações por meio do Pix. Antes de matar Cristiano, Ghonatan foi preso em agosto de 2024, mas foi libertado no início de 2025. Veja detalhes sobre suspeitas de antecedentes criminais Quem é Chris Freitas? Cristiano Luiz Freitas foi encontrado morto na Rede Social de Curitiba Chris se formou na PUC-PR em 1999 e se especializou em cinema pela Universidade Tuiúti do Paraná. Ao longo de sua carreira, tem experiência na criação de conteúdo para mídia impressa, televisão, rádio e plataformas digitais. Stands profissionais com projetos voltados para crianças e jovens. Vídeo: Mais vistos no G1 Paraná Leia mais notícias no G1 Paraná.

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