WASHINGTON – Os Estados Unidos proibiram o pessoal do governo com sede na China de ter relações românticas ou sexuais com cidadãos chineses, relatou a Associated Press, citando pessoas familiarizadas com o assunto.
A política foi efetivada até então, o embaixador dos EUA, Nicholas Burns, em janeiro, pouco antes de deixar a China e se aplica também a membros da família e contratados com autorizações de segurança, informou o serviço de notícias em 3 de abril, citando quatro pessoas com conhecimento direto do assunto que não identificou.
O Ministério das Relações Exteriores da China e a Embaixada dos EUA na China não responderam imediatamente a um pedido de comentário.
A proibição ressalta a crescente suspeita de Washington de Pequim, à medida que os dois países continuam a lutar sobre questões comerciais e influência global.
China prometeu fazer contramedidas firmes Depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou novas tarifas e outros parceiros comerciais em um evento da Casa Branca em 2 de abril.
A política abrange missões dos EUA na China continental, incluindo a embaixada em Pequim e consulados em Guangzhou, Xangai, Shenyang e Wuhan, bem como o consulado dos EUA em Hong Kong.
Não se aplica a um pessoal dos EUA estacionado fora da China, disse a AP. Bloomberg
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