Existem 35 barragens a montante no estado que estão em descomissionamento. O processo envolve a remoção ou estabilização de estruturas, retirando suas características e atuando como dique de contenção de rejeitos. Barragem Forquilha III no Divulgação Ouro Preto/Vale Minas Gerais A Vale possui 35 barragens a montante em descaracterização. O processo envolve a remoção ou estabilização das estruturas, extinguindo suas propriedades e atuando como dique de contenção de rejeitos. A medida foi ditada pela Lei Mar de Lama Nunca Mais, aprovada após as tragédias de Mariana e Brumadinho. Segundo o Ministério Público estadual, a previsão é que todas as obras da barragem a montante de MG sejam encerradas até 2035. Até 2019, 19 deles já foram desativados, sendo nove deles fora do prazo legal (ver mapa abaixo). As barragens em processo de descomissionamento estão localizadas nos municípios de: Araxá Barão de Cocais Brumadinho Congonhas Fortaleza de Minas Igarapé Itabira Itabira Itabirito Itatiaiuçu Itapecerica Mariana Nova Lima Ouro Preto Poços de Caldas Rio Acima Duas delas — Valquilha, III de Ouro Preto, e Serra Azul, da ArcelorMittal, em Itatiayuku —está em nível emergencial III, considerado alerta máximo A tragédia de Mariana O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, região central de Minas Gerais, completou nove anos nesta terça-feira (5). Em 5 de Novembro de 2015, 40 milhões de metros cúbicos de resíduos de minas foram imediatamente derramados, destruindo comunidades e meios de subsistência. A lama poluiu o Rio Doce e seus afluentes e atingiu o Oceano Atlântico, no Espírito Santo. No total, 49 municípios foram afetados direta ou indiretamente e 19 pessoas morreram. Quase uma década depois, os efeitos da tragédia ainda são sentidos. Mais de 100 famílias tiveram que abandonar as suas casas devido à avalanche de resíduos e não foram reassentadas. A pesca é proibida em vários pontos da Bacia do Rio dos, e o metal continua presente no litoral do Espírito Santo. Até o momento, ninguém foi responsabilizado criminalmente pelo desastre. Confira abaixo os nove pontos para entender a tragédia e os efeitos sentidos até hoje:

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