Na mesma data, uma nota conjunta emitida pelo órgão do comércio varejista (Sincovarp), pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), pelos empregados do comércio (Scommerciários) e pelo setor hoteleiro (Sinhores e Sindhoteleiros) também rejeitou o projeto, considerando-o “um golpe sério”. Contra a praça central, onde atualmente fica o centro administrativo, e defendendo que R$ 173 milhões possam ser usados ​​para revitalizar essa área da cidade.

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