Operação Amicis: Policiais cumpriram mandado de busca em uma loja localizada dentro de uma academia na zona sul de Natal em junho do ano passado Vinicius Marinho/Inter TV Cabugi O Ministério Público do Rio Grande do Norte indiciou 16 pessoas por esquema sistemático de fraude financeira que causou prejuízo estimado em R$ 3,8 milhões a bancos e outras administradoras. Um casal, segundo o MP, é considerado o mandante do esquema. Marido e mulher são individualmente responsáveis ​​por 65 acusações de perjúrio e 17 acusações de peculato. Clique aqui para acompanhar o canal do g1 RN no WhatsApp. Foram cumpridos 53 mandados de busca e apreensão e bloqueados mais de R$ 150 milhões na operação. Segundo o Ministério Público, a investigação revelou uma vasta rede de crimes contra a confiança e o património público. “A quantidade de crimes atribuíveis à liderança de associações criminosas é grande”, afirmou a agência. Leia mais R$ 150 milhões bloqueados: Empresários, influenciadores e contadores visados ​​em lanchas, motorhomes e carros de luxo do RN Investigação de fraude multimilionária: Veja o que foi apreendido na operação na investigação de fraude multimilionária no RN. Segundo o Ministério Público, as principais vítimas foram grandes instituições bancárias, além de administradoras de consórcios. “O esquema centrou-se na obtenção de grandes empréstimos e no financiamento de veículos pesados ​​e de luxo que nunca foram reembolsados”, afirmou o deputado. Os contadores de operações do RN são vistos como uma parte fundamental do esquema, investigando fraudes no esquema de compra e venda de automóveis. O contador é visto como peça técnica essencial para a manutenção do regime. Ele foi censurado pelos parlamentares por 42 acusações de perjúrio, além de ajuda e cumplicidade criminosa. Segundo a investigação, o contador usou seus direitos profissionais para falsificar documentos corporativos, inserir informações falsas em sistemas públicos e criar faturas milionárias inexistentes para enganar instituições financeiras. Devido à extrema complexidade do caso e ao elevado número de arguidos, o MPRN solicitou a divisão do processo em quatro ações penais distintas para garantir a celeridade do processo e a eficiência da justiça: Núcleo dos Lidares; Núcleo Colaborativo de Amigos; Núcleo fúngico (laranja); e centro de contabilidade. A forma como o crime era praticado foi dividida em modus operandi dos grupos criminosos que o MP chamou de “fases cíclicas”. A primeira etapa consiste em mentiras ideológicas, criação de empresas de fachada em nome de Kamala e endereços fictícios. “Ao surgir a firma da empresa, o grupo entra na fase de fraude, contratos de crédito e consórcio. Após a revelação do preço ou dos ativos, o pagamento é interrompido e os lucros são retirados”, explica o MP. Segundo o MP, segundo provas digitais e eletrônicas, outra pessoa investigada pelo crime parece ter laços estreitos e de cooperação com o casal à frente do esquema. O suspeito, segundo o MP, atuava como um dos operadores financeiros estratégicos para a circulação de valores ilegais por meio de talões de cheques e transferências de empresas de fachada. O núcleo dos “Laranjas” é formado por outros suspeitos, que respondem por diversos crimes de falsidade ideológica e peculato por divulgarem nomes e CPFs para abrir empresas e adquirir produtos. Em muitos casos, segundo o MP, foram prometidas recompensas às pessoas de baixa renda pela participação na fraude. A investigação descobriu que o grupo não se limitava a crimes ocasionais, mas operava num “perene estado de mentiras”. “A utilização do ‘rodízio de CNPJ’ permite que, assim que uma empresa fique superendividada ou em dúvida, o grupo acione uma nova pessoa jurídica para dar continuidade aos golpes, mantendo o fluxo financeiro da rede de lojas administrada pelos dirigentes.” Bens confiscados O MPRN solicitou ao tribunal o confisco de bens e valores por meio de equivalência para garantir indenização às vítimas. O valor dos danos pessoais foi determinado com base nos danos diretos sofridos por cada réu. Foram apreendidos R$ 844.876,56 e R$ 776.972,12 das duas mulheres investigadas. Segundo o MP, o dinheiro foi utilizado de forma fraudulenta na aquisição de uma frota de veículos. Além do crime económico, os dois arguidos estão acusados ​​de denunciar falsamente um crime. À medida que a investigação avançava, eles apresentaram boletins de ocorrência fingindo ser vítimas de uso indevido de informações. No entanto, a análise dos dados digitais comprovou que ambos foram cúmplices conscientes e activos da fraude perpetrada pela liderança. Vídeo mais visto no G1 RN

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