O vídeo mostra o suspeito chegando à casa de um jornalista antes de matá-lo em Curitiba. A notícia da condenação dos assassinos do jornalista Cristiano Luiz Freitas chegou à família da vítima como exemplo de justiça. “A justiça foi rápida e esperamos que seja eficaz, afastando-os do convívio social por muito tempo! Nada alivia a saudade e a ausência que sentimos do nosso querido irmão, mas traz alívio saber que esses assassinos não continuarão a atormentar a sociedade”, publicou Heloisa Camara, irmã da jornalista, em uma rede social. ✅ Acompanhe o canal g1 PR no WhatsApp Jornalista foi assassinada em março de 2025. Foi encontrada morta dentro de sua própria casa, com as mãos amarradas e amordaçadas com uma fita. Esta semana, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) considerou Jonathan Barros Cardoso e Alison Henrique de Cristo Gonçalves culpados de extorsão que resultou em morte. O tribunal condenou Allison a 40 anos de prisão e Ghonatan a 37 anos, 9 meses e 10 dias de prisão. Eles podem recorrer da sentença, mas em regime fechado. g1 não marcou sua defesa. No G1, Heloisa detalhou a personalidade do irmão, que às vezes se sacrificava para ser gentil com os outros. “Chris era um menino grande e meigo, adorava animais, cuidava dos nossos pais com muito carinho. Desistiu de tentar levar sua carreira a novos patamares para cuidar deles”, disse ela. Cristiano Luiz Freitas é encontrado morto em Curitiba Rede Social Cristiano se formou na PUC-PR em 1999 e se especializou em cinema pela Universidade Tuiúti do Paraná. Ao longo de sua carreira, tem experiência na criação de conteúdo para mídia impressa, televisão, rádio e plataformas digitais. O profissional esteve em projetos voltados para crianças e jovens e foi responsável pela formação de dezenas de jornalistas infantis enquanto trabalhava no jornal Gazeta do Povo. Após a morte dos pais – pai em 2009 e mãe em 2024 – Cristiano retomou suas atividades na comunicação. “Ele estava retomando a carreira e a vida… Deixou um legado aos jovens jornalistas da Gazetinha, milhares de matérias publicadas, produções culturais e outros. Ele era um ser de luz!”, descreveu a irmã. Leia também: Vídeo: Ex-jogador Perdigão, campeão mundial pelo Inter, agredido por policial após partida de futebol Recuperação: Advogado recebe alta hospitalar 3 meses após salvar família de incêndio em apartamento Saúde: Mãe em coma reage primeiro após sinal do filho e deixa portão de casa aberto. Pouco antes, vizinhos ouviram gritos e acionaram a Polícia Militar (PM-PR) acreditando se tratar de um caso de violência doméstica. Após o crime, dois acusados ​​fugiram. Jonathan Barros Cardoso, 27 anos, foi preso dois dias depois do caso. Cerca de um mês e meio depois, Alison Henrique de Cristo Gonsalves, 29 anos, também foi preso. A investigação revelou que Cristiano conheceu Jonathan em um aplicativo de namoro e combinou um encontro dos dois na casa do jornalista. Câmeras de segurança registram a chegada do criminoso ao local. A foto mostra um carro prateado, dirigido por Ghonatan, aproximando-se da residência. O portão se abre e o estacionamento estaciona na garagem. O suspeito então saiu do carro e entrou na casa. Cerca de dez minutos depois, o portão se abre novamente e Ghonatan é visto entrando no carro e fugindo. Segundo a polícia, o homem já teve pelo menos seis vítimas anteriores de roubo e extorsão. Segundo a investigação, Ghonatan marcava encontros por meio do aplicativo e depois os ameaçava com arma de fogo, para que as vítimas pudessem realizar transações por meio do Pix. Antes do crime de assassinar Cristiano, Ghonatan foi preso em agosto de 2024, mas foi libertado no início de 2025. Veja detalhes sobre a ficha criminal de Jonathan Barros Cardoso, suspeito de matar jornalista em Curitiba Vídeo nas Redes Sociais: Mais vistos no g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

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