Região queimada de Aral Mirara. MPMS/Publish. O Serviço de Promotoria Pública de Mato Groso Dol Sul (MPMS) seguiu uma fazenda em Aral Mira, após as florestas irregulares, causando mais de 1.000 toneladas de carbono. O caso é o sujeito do Contrato de Ajuste de Conduta (TAC) que fornece restrições, monitoramento técnico e proprietário ao proprietário. O Primeiro Promotor de Ponta estabeleceu um procedimento administrativo para supervisionar o consentimento com o TAC, assinado pelo fabricante rural. O objetivo do acordo é que o Aral Morira notou a regularização ambiental de uma propriedade localizada no município. O que foi incluído na região e trecho da regeneração média. Segundo a agência, a supressão da planta causa cerca de 1.149 toneladas de emissão de carbono. O proprietário prometeu resolver a regularização do Registro Ambiental Rural (CAR) e as questões pendentes indicadas por Imasul. Ele deve ser estendido com mais 25 hectares de plantas domésticas e correntes da reserva legal da empresa, dentro de 180 dias, um plano técnico detalhado para recuperar as regiões degradadas. Outros acordos fornecidos no TAC incluem os arredores da floresta, evidências de relatórios técnicos e fotos, além de monitorar a recuperação contínua. A partir do quarto ano, o proprietário deve fornecer relatórios a cada dois anos. A compensação ambiental também foi definida como uma forma de compensação para perda ambiental. O Serviço de Promotoria Pública pode solicitar novas inspeções e entrar com um caso se não houver conformidade com o contrato. O objetivo é garantir a recuperação da região e o consentimento com os valores ambientais. Assista ao vídeo do Mato Groceo Dole responsável pela defesa florestal por 74,5% das chuvas durante a seca:

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