Após as alegações em São Sebastio do Paraíso, a operação de cinco pessoas foi presa na MG. A operação da Polícia Civil de Minas Gerace manteve o suspeito dos cinco bancos na operação da Polícia Civil após alegações de São Sebastio do Polícia de Paraooso (MG), preso por um projeto de fraude bancária milionário em Minas Gerreis. Na cidade, uma fraude foi encontrada em US $ 100.000, foi nomeada em nome de um morador da cidade. Além do que é São Sebastio do Paraso, a operação serviu o mandado de Bello Horizon e Montess Claros, na região metropolitana, ao norte do estado. 15 Detenção pré -quadrial e 20 mandados de busca e captura foram implementados. O esquema de milionários empréstimos bancários foi mantido pelo menos US $ 5 na Polícia Civil do Sul de MG, que foi integrada a um desempenho poderoso na delegacia regional de São Sebastio do Paraso pelo 5º Departamento de Polícia Civil em Poos de Caldas, que liderou uma seção necessária de investimento. De acordo com Rafael Gomes, um representante que conduziu o esquema milionário, era pelo menos cinco membros, incluindo o gerente e ex -gerente do banco, documentaram o falso e o mediador do grupo criminal. Esta gangue trabalhou de maneira estrutural: os diretores do banco passaram os dados do CPF e CNPJS para Fraud, que criaram documentos falsos com fotos comparativas. Com esses dados, as contas bancárias foram abertas e empréstimos foram tomados em nome das vítimas. Uma das fraudes encontradas em São Sebastio do Paraso foi de US $ 100.000, em nome dos moradores da cidade. Alega -se por ser uma vítima local em setembro de 2021, o que deu origem à investigação. Os materiais foram apreendidos na operação policial. A representante regional Tiago Bordenie explicou: “Publicação/Polícia Civil de Minas Gerace”, conseguimos rastrear uma rede complexa desse caso. “Operação e coceira de quinta -feira, quatro diretores de bancos ativos foram presos, bem como dois ex -diretores, operadores de fraude e financeiro do projeto. As quatro agências bancárias foram servidas, que cooperaram com a investigação e a polícia civil apreendida – também analisam telefones celulares, documentos e cartões bancários, que já estão envolvidos no investimento do crime financeiro.

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