O príncipe Andrew enfrenta uma pressão crescente para cooperar com a investigação de Epstein nos EUA, com um procurador do Reino Unido a declarar que não está acima da lei, a indicação mais forte até agora de que a polícia irá investigar o antigo príncipe.
À medida que a rede continua a apertar-se em torno de Andrew, o principal procurador britânico deixou claro que ninguém, independentemente do seu estatuto, está isento da investigação.
Há agora apelos crescentes para que a polícia britânica e americana investigue a sua relação com Jeffrey Epstein, bem como um inquérito parlamentar sobre o seu mandato como enviada comercial.
Conheça novidades do app 7NEWS: Baixe hoje
Surgiram revelações sobre a época em que Andrew representou a Grã-Bretanha no cenário mundial, com evidências revelando que Epstein estava na verdade organizando encontros com o príncipe durante uma visita oficial à China.


Fotografias enterradas nos arquivos também mostram o ex-príncipe socializando com uma modelo chinesa em um jantar oferecido pelo então pedófilo condenado.
A polícia confirmou que conversou com o Crown Prosecution Service, mas nenhuma investigação criminal foi iniciada ainda.
No entanto, na sequência dos comentários do principal procurador britânico, muitos questionam agora se Andrew poderá tornar-se um dos primeiros membros da família real a ser preso em séculos.


















