SEUL – O Ministério da Defesa Nacional, em 3 de abril, reafirmou sua posição de não cumprir no evento hipotético que atualmente suspendeu o presidente Yoon Suk Yeol é restabelecido e ordena a reposição da lei marcial.

A garantia do ministério ocorre um dia antes do Tribunal Constitucional anunciar sua decisão sobre o estudo de impeachment de Yoon, que foi acusado de insurreição e abuso de poder em relação a suas ordens após a declaração de 3 de dezembro de 2024, da lei marcial.

“Nossa postura ainda está mencionada pelo então ministro da vice-defesa (ministro interino da defesa Kim Seon-ho) após essa situação (a lei marcial de 3 a 4 de dezembro)”, disse o porta-voz do ministério Jeon Ha-Kyou.

A posição refere -se à declaração de 6 de dezembro de Kim de que o Ministério da Defesa e os militares não cumprirão uma ordem potencial para uma segunda lei marcial do presidente.

Mais de 1.500 soldados foram mobilizados no final da noite para a lei marcial em 3 de dezembro, ordenados por vários comandantes militares de alto escalão que agiram sob autoridade do então ministro da Defesa Kim Yong-Hyun.

Kim, os comandantes militares e os principais chefes de polícia responsáveis ​​por agir de acordo com as ordens de Yoon em 3 a 4 de dezembro também estão passando por julgamentos criminais por acusações de insurreição.

Yoon, suspeito de liderar a suposta insurreição, também enfrenta um julgamento criminal por insurreição, além do julgamento de impeachment. A rede de notícias da Coréia Herald/Asia

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