MILÃO, 31 de janeiro – O campeão olímpico canadense de curling, Brad Jacobs, sabe exatamente o que é preciso para chegar ao topo. Pouco antes dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina de 2026, fiz um jejum de quase cinco dias.

Poucos fãs olímpicos associam o curling à preparação cansativa e ao jejum condizentes com patinadores, esquiadores e jogadores de hóquei no gelo, mas para Jacobs, de 40 anos, que ganhou a medalha de ouro do curling nas Olimpíadas de 2014, era exatamente disso que ele precisava antes das Olimpíadas da próxima semana na Itália.

“Acabei de terminar um jejum de 110 horas e foi difícil”, disse Jacobs em uma postagem nas redes sociais. “Durante meu jejum, fiz quatro sessões de ginástica, quatro sessões de sauna, duas sessões de vapor e quatro sessões de treino no gelo (180 pedras). Me senti muito bem indo para as Olimpíadas.”

“Ei, já me senti magro e forte? Meu objetivo era fazer um longo jejum antes de um grande evento. Este é o jejum mais longo que já fiz”, disse ele.

Os homens canadenses ganharam medalhas de ouro em três dos últimos cinco torneios, mas não sobem ao pódio desde 2014.

O jejum está se tornando cada vez mais popular entre atletas de alto nível que buscam melhorar o desempenho e entre o público em geral que busca os benefícios do jejum para a saúde. Reuters

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