BUENOS AIRES, 12 de fevereiro – O Senado da Argentina aprovou na quinta-feira o projeto de lei histórico de reforma trabalhista do presidente Javier Millei, um avanço significativo para as políticas econômicas mais amplas do líder liberal.

Depois de mais de 13 horas de debate sobre o projecto de lei, os deputados votaram 42-30 para enviar a reforma à Câmara dos Comuns para apreciação, uma vitória para o governo de Millais, que afirma que a revisão irá impulsionar o investimento e a criação de empregos formais.

“Esta lei marca um ponto de viragem na história laboral da Argentina”, disse Millay num comunicado após a votação, chamando-a de uma “mudança significativa” que reduziria a burocracia e actualizaria regulamentos que ele descreveu como ultrapassados ​​face às mudanças económicas e tecnológicas.

Os senadores peronistas da oposição opuseram-se à reforma, argumentando que ela ameaçava as proteções dos trabalhadores de longa data.

Os legisladores ajustaram o projeto de lei antes de aprová-lo, incluindo a remoção de uma disposição que o governador pretendia que teria reduzido a taxa de imposto sobre o rendimento de 35% para 31% e incluído novas concessões a sindicatos poderosos.

As reformas facilitarão as regulamentações trabalhistas, alterarão as políticas de férias e permitirão que a jornada de trabalho padrão seja estendida de oito para 12 horas. Também introduz novas restrições ao direito de greve.

O processo desenrolou-se quando os manifestantes lançaram coquetéis molotov e entraram em confronto com a polícia fora do Parlamento. Reuters

Source link

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui