Ao abordar a polícia, o suspeito disse que o crime tinha relação com feitiçaria, a partir de uma briga com a vítima. O tribunal rejeitou o pedido de insanidade mental apresentado pela Defensoria Pública e manteve a prisão preventiva de Wiedegilson devido à gravidade do crime e para garantir a ordem pública. O suspeito será julgado por júri, em data a definir, mas ainda pode recorrer da decisão.


















