Papa Leão Expressou profunda preocupação com o aumento das tensões entre os Estados Unidos e Cuba, apelando a um “diálogo sincero e eficaz” para evitar violência e mais sofrimento para o povo cubano.
Ações recentes seguidas da intervenção do Pontífice Donald Trumpque na semana passada anunciou tarifas iminentes sobre as importações de países fornecedores de petróleo de Cuba
A medida aumenta a pressão sobre o adversário de longa data de Washington, que ocorre após a deposição do presidente venezuelano Nicolás Maduro, principal aliado de Cuba, no início de janeiro.
Trump disse que a ameaça tarifária era “essencial para proteger a segurança nacional e a política externa dos EUA das ações e políticas prejudiciais do regime cubano”.
Falando após a oração semanal do Angelus, o Papa Leão confirmou ter recebido relatórios “com grande preocupação” sobre as crescentes tensões.
Ele fez eco aos bispos cubanos “apelando aos responsáveis para que promovam um diálogo sincero e eficaz para evitar violência e mais sofrimento para o povo cubano”.
Na semana passada, Trump previu que “Cuba irá falhar muito em breve”, observando que a Venezuela, que já foi o principal fornecedor de petróleo da ilha, parou de enviar petróleo ou dinheiro.
Em resposta, o ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodriguez, declarou “estado de emergência internacional”, descrevendo o alerta tarifário dos EUA como “uma ameaça incomum e extraordinária”.
No sábado, Trump reiterou o seu apelo a Cuba para negociar com os Estados Unidos, dizendo aos repórteres a bordo do Força Aérea Um: “Isto não tem de ser uma crise humanitária”.


















