
Feminicídio: Lindoia e Campinas registram mais duas mulheres vítimas de violência Familiares de Rita de Caccia da Silva Cora, 48, encontrada morta dentro de sua casa em Campinas (SP), relatam que a vítima vivia uma vida normal de agressões do companheiro, com quem mantinha um relacionamento há quase 30 anos e tinha dois filhos. Na manhã desta segunda-feira (2), o corpo da vítima foi encontrado com sinais de agressão no sofá de sua casa, no Jardim Campos Elísios. O homem foi preso e o caso é investigado como feminicídio. Tella Nogueira relatou que a vítima mantinha um relacionamento com o suspeito desde a adolescência e, além do histórico de violência doméstica, havia uma “óbvia dependência emocional” por parte de Rita em relação ao suspeito. “A dependência emocional dele era muito evidente. Eles se relacionavam desde a adolescência. Ele teve dois filhos com ela, foi preso diversas vezes e sempre a rejeitou. Ele a agrediu diversas vezes”, conta Tella. 📲 Cadastre-se no canal g1 Campinas no Whatsapp da EPTV, emissora afiliada da TV Globo, a diarista Arlinda Guilherme da Silva disse que Rita foi agredida neste domingo (1º) e o suspeito ainda confessou o crime para um vizinho. “Ele bateu nela ontem. Tinha sangue até no sofá da garagem. O vizinho ajudou: subiu com ela, deu banho, deu roupa. Hoje, a vizinha ligou para ela avisando que ela estava morta e para chamar o Samu para ver como ela estava (…) Ela sempre foi vítima de agressões. Como família, dependemos muito do que podemos fazer, mas ela relata. Segundo a guarda municipal, o corpo foi encontrado durante uma visita de rotina a vítimas de violência doméstica. Nesse momento, os guardas foram alertados por um vizinho, e O suspeito, que esteve presente no local, negou “detalhes adicionais”. Na verdade, a irmã de Rita tornou-se mais violenta. Uma casa de apoio a vítimas de violência doméstica disse que Rita e o companheiro tinham um vínculo que mantinha os dois unidos apesar dos episódios de violência, mas acabou por afastar um dos filhos do casal. mas ela sempre trouxe alegria para as pessoas. Não havia uma pessoa naquela favela que não gostasse dele. Uma mulher que não fazia mal a ninguém e que a porta de sua casa estava sempre aberta para receber quem precisasse de abrigo”, afirmou. Mais casos investigados como feminicídio Vídeo de arquivo pessoal: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.


















