
São Paulo Reprodução/Google Maps Delegacias são investigadas por integrantes do PCC para decidir o que punir integrantes e moradores de uma comunidade. A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (7) seis integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) que usaram um grupo de WhatsApp chamado “QueeBraadAs” para punir e punir integrantes de São Paulo. paulo Segundo o 55º Distrito Policial (DP), no Parque São Rafael, os presos na “Operação Ordem Paralela” serviram como “sujeitos” do PCC. Eles eram responsáveis por fiscalizar o cumprimento das normas internas do grupo nas prisões e favelas e por punir quem as desobedecesse. De acordo com a ordem judicial, um total de oito pessoas foram presas como parte da “disciplina” da facção. Seis pessoas já foram presas e as duas restantes são procuradas como fugitivas. As autoridades não divulgaram seus nomes. Os presos serão acusados de tráfico de drogas. Eles também deverão ser investigados por crimes relacionados à punição que impõem a outras pessoas por meio do uso de aplicativos de celular. Entre eles: ameaças e danos físicos. Assista aos vídeos de tendências no G1 A investigação, iniciada em 2023, avança após a apreensão do celular de um dos suspeitos. A análise do dispositivo revelou que integrantes do PCC utilizam grupos de WhatsApp para discutir a situação das favelas da região, envolvendo o tráfico de drogas e o convívio social. O tribunal também determinou a execução de mandados de busca e apreensão contra os bens dos investigados. A Seção 8 da “Operação Ordem Paralela” também contou com o apoio de todas as delegacias. Seis dos oito alvos foram presos durante a investigação. A polícia encontrou uma arma com o número arranhado na casa de um deles. Junto com as prisões, a polícia apreendeu celulares, um computador e duas placas de veículos que, segundo a investigação, podem ter sido utilizadas para adulterar veículos utilizados em outros crimes – como roubos, por exemplo. Em outro celular da irmã de um dos suspeitos, que não foi encontrado, a polícia encontrou evidências de que ela participou de um sequestro em dezembro de 2025. Na ocasião, a vítima foi mantida em cativeiro enquanto os criminosos usavam seu telefone para fazer uma transferência bancária. O material apreendido nesta quarta será analisado para aprofundar a investigação e identificar outros possíveis envolvidos.


















