Polícia prende 10º suspeito da divulgação da execução do ex-vice-general Rui Ferraz O 10º suspeito do assassinato do ex-deputado-general Rui Ferraz foi preso nesta segunda-feira (3). Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, ele foi detido em Grazau, zona sul da capital paulista. Em nota, a SSP disse que o suspeito tem antecedentes criminais por furto de bens, porte ilegal de arma de fogo e furto. Seu nome não foi divulgado. “Foi-lhe apreendida uma arma de fogo calibre 380. O DHPP prossegue a sua investigação para esclarecer todas as circunstâncias do incidente. Até ao momento, dez pessoas envolvidas foram detidas, duas estão em fuga e uma morreu após resistir aos procedimentos policiais”, refere o comunicado. ✅ CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER NO CANAL g1 SP NO WHATSAPP Polícia prende 9º suspeito da morte do ex-policial Ruy Ferraz em SP Veja outros presos até o momento abaixo: Willian Silva Marques: Proprietário da casa de Praia Grande de onde foi retirado o fuzil usado no crime, preso na madrugada do dia 21 de setembro; Dahesly Oliveira Pires: presa no dia 18 de setembro na Baixada Santista sob suspeita de ser mulher que foi buscar fuzil; Luiz Henrique Santos Batista: conhecido como Fofao, segundo a polícia, está envolvido na morte do ex-policial. Ele deu carona a um dos criminosos para fugir do local do crime e foi preso no dia 19 de setembro. Rafael Marcel Dias Simois (Jaguar): Se entregou à polícia de São Vicente (SP) no dia 20 de setembro. Felipe Avelino da Silva: Conhecido pelo PCC como Mascherano, seu DNA foi encontrado em um carro usado no crime; Preso em Kotia em 6 de outubro. Danilo Pereira Pena: Aos 36 anos é conhecido como matemático. Mandou que Luiz Henrique Santos Batista transferisse o Jaguar de São Vicente para São Paulo. Cristiano Alves da Silva (Chris Brough): José Nilton, 36 anos, 47: acusado de ser o atirador. Na noite do crime ele foi visto em uma das casas que servia de logística do homicídio. Paolo Henrique Caetano Sales (PH): 38 anos e dono de uma das quatro casas na Praia Grande usadas pelos criminosos que executaram Rui Ferraz, segundo o DHPP. Outros dois homens foram identificados e estão foragidos: Flavio Henrique Ferreira de Souza: seu DNA foi encontrado em um carro; Luis Antonio Rodríguez de Miranda: Procurado por suspeita de ter ordenado a uma mulher que trouxesse um dos fuzis utilizados no crime. Umberto Alberto Gómez era procurado após a descoberta de impressões digitais em uma casa usada por criminosos da Corporação Mangagua e morreu em confronto com uma equipe da Polícia Civil do Paraná, no dia 30 de setembro. As autoridades investigadoras confirmaram a ligação do Primeiro Comando da Capital (PCC) com o crime. Durante os mais de 40 anos que passou na Polícia Civil, Rui desempenhou papel central no combate ao crime organizado e liderou as investigações da equipe. O ex-deputado aposentou-se em 2023, mas as ameaças de morte contra ele continuaram. Um relatório de 2024, ao qual o Fantástico teve acesso, detalhou planos para um ataque à Autoridade. Rui foi assassinado no dia 15 de setembro, após deixar o cargo de secretária de administração da Prefeitura de Praia Grande, onde trabalhava desde que se aposentou como policial. Ele foi baleado pelo menos 12 vezes com um rifle. Além da vingança contra o crime organizado, outra hipótese para o assassinato seria sua atuação como chefe da Secretaria. O ex-deputado foi observado um mês após o assassinato do ex-deputado Rui Ferraz Fontes; A investigação continua O sistema de câmeras de segurança da Prefeitura de Praia Grande detectou que Rui era monitorado por criminosos há mais de um mês. Um veículo utilizado no crime foi avistado no litoral de São Paulo no dia 18 de agosto. Além desse veículo, também foram utilizados no crime um carro e uma caminhonete. O caminhão pegou fogo, mas o veículo foi localizado e foram realizados exames periciais para coleta de impressões digitais. A Polícia Civil identificou que o grupo responsável pelo ataque utilizou uma casa alugada. O primeiro imóvel investigado por possível ligação com criminosos é uma residência em Praia Grande. Outra é Mangague (SP) e perícias também foram feitas. Segundo o secretário de Segurança Pública, Guilherme Deright, Rafael Simois, o Jaguar, foi o atirador. Os advogados Abraão Martins e Adonira Correa, porém, negaram o envolvimento. Um vídeo de vigilância mostrou Jaguar buscando a filha em uma escola de Santos no dia do crime. Outro atirador, segundo DeRight, seria Umberto Gomez – morto em um tiroteio policial. Nas cenas do crime, pelo menos quatro suspeitos estavam no carro que perseguia Rui Ferraz, mas as autoridades não informaram se foram identificados.

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