PARIS (Reuters) – O presidente Emmanuel Macron não tem intenção de aceitar o convite proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para se juntar ao Conselho de Paz, de acordo com uma fonte próxima ao presidente.

Administração Trump pede aos países que queiram lugar permanente para corpos

contribuir com pelo menos US$ 1 bilhão (S$ 1,3 bilhão)

. De acordo com o projecto de estatuto do grupo obtido pela Bloomberg, Trump servirá como o primeiro presidente do grupo e terá autoridade sobre as decisões de adesão.

Os críticos temem que Trump esteja tentando construir uma alternativa ou um rival às Nações Unidas, que ele critica há muito tempo.

O responsável disse que Macron acredita que a Carta vai além de Gaza e levanta sérias preocupações, particularmente no que diz respeito ao respeito pelos princípios e quadros institucionais da ONU, que a França considera inegociáveis.

Trump convidou vários líderes mundiais, incluindo Javier Milei, da Argentina, e Mark Carney, do Canadá, para se juntarem à comissão de paz de Gaza, que será criada sob a égide mais ampla da sua nova comissão de paz.

Vários países europeus foram convidados a aderir à comissão de paz, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Trump quer assinar o texto completo dos termos e poderes do comitê, que foram assinados em Davos em 22 de janeiro, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. Mas alguns elementos das letras pequenas deixam os convidados se perguntando se devem aceitar. Bloomberg

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