MILÃO (Reuters) – O presidente suíço, Guy Palmerin, disse a um diário italiano que a indignação de Roma com a liberação da fiança para o proprietário de um bar que causou um incêndio fatal no dia de Ano Novo era compreensível. 25 de janeiromas acrescentou que os magistrados agem de forma independente.
Na madrugada de 1º de janeiro, ocorreu um incêndio em um bar lotado de adolescentes na estação de esqui suíça de Crans-Montana, matando 40 pessoas, incluindo seis italianos, e ferindo mais de 100 outras. A tragédia causou agitação na mídia italiana e na opinião pública.
Gabinete do primeiro-ministro italiano 24 de janeiro Ele disse que a decisão de libertar o proprietário do bar, Jack Moretti, foi “um insulto grave e um insulto adicional às famílias das vítimas de Crans-Montana e aos que ainda estão no hospital”.
Comentários sobre Corriere della Sera Hon 25 de janeiro A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, apelou à Suíça para que atendesse ao apelo da Itália para uma equipa de investigação conjunta.
A Itália anunciou que instruiu o seu embaixador na Suíça a:
expressar “profunda indignação”
Ele viajará a Roma para se apresentar ao promotor-chefe de Valais e discutir novas medidas.
Palmerin disse em entrevista ao jornal Corriere della Sera. 25 de janeiro A Suíça disse que não foi formalmente informada da decisão de retirar o seu embaixador em Roma.
“Esta é uma medida diplomática normal… Após consultas, o embaixador retornará à Suíça”, disse Palmerin. “Não é função de um político intervir no sistema judicial. Certamente compreendo a indignação.” Reuters

















