Profissionais de saúde voltam a protestar no Acre na manhã desta terça-feira (18) e exigindo o envio do novo PCCR Jr. Andrade/Red Amazonica Profissionais de saúde do Acre se reuniram na manhã desta terça-feira (18), em Rio Branco, em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Alec), exigindo que a Secretaria de Saúde do Acre (Cesacre) seja completa e a nova categoria do PCCR, complete a categoria de reabilitador (PCCR). O g1 entrou em contato com o órgão e aguarda resposta 📲 Acesse o canal g1 AC no WhatsApp Ativistas pedem aumento do auxílio-alimentação, atualmente fixado em R$ 420, além da ampliação do auxílio saúde a todos os servidores do estado, incluindo servidores ativos e inativos. Técnicos, auxiliares e enfermeiros afirmam que o impasse já dura meses e a falta de avanço afeta diretamente a rotina e a remuneração do departamento. Assista também aos vídeos de tendências dos dirigentes sindicais do G1, defendendo a implementação da Revisão Geral Anual (RGA), que é calculada em torno de 20%, para recuperar as perdas inflacionárias. Leia também: Funcionários da AC Health PCCR Acres mais de 9.800 enfermeiros com cadastro único, estudo mostra lei derrubada no Acre permitiu que enfermeiros fizessem ponto simples Além disso, durante a mobilização, funcionários carregaram cartazes com mensagens que pediam avanços no PCCR e desenvolvimento profissional. Entre as frases expostas estavam pedidos de respeito à enfermagem, reconhecimento salarial e declarações de que a secretaria queria conquistar seus direitos. Outros protestos Em maio deste ano, a categoria já havia ido até Alec cobrando mudanças no plano de carreira, que não era atualizado há mais de duas décadas. Na altura, os funcionários lamentaram a falta de progresso na análise dos documentos e pressionaram o governo por uma resposta. O movimento foi fortalecido quando os sindicatos disseram que poderiam entrar em greve se o PCRR não fosse eliminado. Os parlamentares acompanharam as reivindicações e destacaram a urgência da avaliação dos profissionais de saúde, principalmente após o período mais crítico da epidemia. Vídeo: g1


















