Moscou – O presidente Vladimir Putin disse em 23 de maio que a Rússia precisa fortalecer sua posição no mercado global de armas, aumentando as exportações de armas.

Em comentários televisionados, ele também disse que o complexo militar do país precisa de mais apoio do Estado para desenvolver seu potencial.

Desde que Moscou enviou milhares de tropas para a Ucrânia em fevereiro de 2022, a indústria de defesa tem sido amplamente focado na produção militar doméstica para apoiar operações lá.

Isso envolveu um grande esforço para construir novos mísseis, drones e conchas, além de recondicionar tanques, veículos e artilharia da era do envelhecimento do envelhecimento.

De acordo com o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), as exportações de armas russas caíram para 7,8 % do mercado global no período 2020-24, em comparação com 21 % no período anterior de quatro anos, como resultado de sanções internacionais sobre o conflito na Ucrânia e o aumento da demanda doméstica por armas.

Índia, China e Egito estão entre os maiores compradores de armas russas.

“O portfólio de pedidos para produtos militares russos agora é grave. São dezenas de bilhões de dólares. E é necessário aumentar ativamente o volume de entregas de exportação”, disse Putin.

Ele também destacou armas que utilizam inteligência artificial (IA).

“O futuro do mercado global de armas está com essa tecnologia. A forte concorrência se desenrolará aqui e já está se desenrolando, para a qual devemos estar preparados”, disse Putin.

As autoridades ocidentais e ucranianas reconhecem que o Kremlin se saiu melhor do que qualquer um esperava quando se trata da batalha para produzir equipamentos militares, mas foi prejudicada por sanções ocidentais cada vez mais rigorosas, cobrindo um número crescente de componentes industriais e outros.

Em abril, Putin reconheceu que as forças armadas da Rússia permaneciam aquém de certas armas, incluindo drones, apesar de um grande aumento na produção. Reuters

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