BRASILIA – O presidente brasileiro Luis Inacio Lula da Silva e o presidente dos EUA, Donald Trump, concordaram em se reunir pessoalmente logo após uma videochamada amigável na segunda -feira, dizendo que o governo brasileiro aumentará suas perspectivas para os piores laços bilaterais de derreter em décadas.
Em uma ligação de 30 minutos do líder, o escritório de Lula disse em comunicado que ele e Trump discutiriam a impressão positiva de seu breve encontro nas Nações Unidas no mês passado, trocando números de telefone e abrindo uma comunicação direta.
Trump disse nas mídias sociais que o chamado era “muito bom”, com foco nos laços econômicos e comerciais do país.
“Teremos mais discussões e nos reuniremos em um futuro não tão distante, tanto no Brasil quanto nos EUA”, escreveu ele.
Tarifas estão envolvidos na exportação de café e carne brasileiros
Lula propôs uma reunião durante a Associação da Associação de Países do Sudeste Asiático (ASEAN) da Cúpula da Associação de Países do Sudeste Asiático da Malásia (ASEAN), expressando sua vontade de viajar para os Estados Unidos, informou seu escritório.
Os dois líderes estão em conflito há meses durante o julgamento e condenação do ex -presidente brasileiro, Jia Bolsonaro. Trump subiu tarifas de 10% a 50% em muitos bens brasileiros se ele chamasse de “caça às bruxas”.
O escritório de Lula não mencionou Bolsonaro no resumo de Cole, mas observou que o presidente brasileiro pediu a Trump que removesse uma tarifa adicional de 40%.
As tarifas fizeram com que as exportações de café brasileiras caíssem em até 70%, reduzindo significativamente o transporte de carne bovina brasileira.
Os preços do café nos EUA, que tradicionalmente confiam no Brasil para um terço de seu suprimento de feijão de café, subiram acentuadamente, em grande parte devido a tarifas, forçando torrefadores a comprar café mais caro em outros lugares.
Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para continuar as negociações tarifárias com o vice -presidente brasileiro Gerald Alcumin, o ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira e o ministro das Finanças Fernando Haddad, acrescentou o comunicado brasileiro.
A reunião entre os dois líderes está sendo monitorada de perto pelo mercado brasileiro depois de sofrer de uma das maiores taxas de tarifas impostas pelos EUA.
O governo Trump também aprovou o juiz Alexandre de Moraes, da Suprema Corte brasileira, que supervisionou o caso de Bolsonaro sob a Lei Magnitsky. Também revogou vistos para seis altos funcionários, incluindo o advogado brasileiro Jorge Messias.
Sem nomear diretamente Trump, Lula disse na Assembléia Geral da ONU no mês passado que não havia justificativa para medidas unilaterais e arbitrárias direcionadas às instituições e economia do Brasil. Reuters


















