Eurípedes Martins afirma que foi coagido a confessar crimes cometidos entre 2004 e 2006 e a ser apontado como suspeito. Ele é absolvido em 2024 após ser conhecido como Maníaco de Araguari e único suspeito do assassinato de 5 mulheres na cidade. Eurípedes Martins, Euripão, Maniaco de Araguari TV Integração/Reprodução Dezoito anos depois de os triângulos aparecerem nas páginas policiais do Mineiro, Eurípedes Martins, O Oripão, 58 anos, afirmou que foi obrigado a confessar as mortes por meio de violência física e emocional de cinco mulheres. Devido ao indiciamento, o piloto do kart era o único suspeito dos crimes cometidos entre 2004 e 2006 e foi identificado como o “Maníaco de Araguari”. “Os detetives me pressionaram psicologicamente, me bateram para dizer algo que não fiz”, disse Eurípides em entrevista à TV Integraso. ???? Receba notícias do Triângulo e região no WhatsApp Na TV Integrato, o advogado de Oripão, Paolo Braganti, explicou que não havia ligação entre a vítima e o cliente, que alegou nunca ter se conhecido. “Não sabemos porque associaram Eurípides a estes casos, mas sabemos muito bem que a sociedade precisava de uma resposta. Acho que chegaram a ele, uma pessoa simples e humilde, porque alguém na cidade disse que a pessoa tinha certas características que ele Como pode ser visto”, disse ele. “Não há nos autos nenhuma prova que de fato condene Eurípides, porque na verdade ele não cometeu nenhum desses crimes”. Vida Nova Eurípedes sente um peso tirado de seus ombros depois de todos esses anos sendo tachado de criminoso. Ele disse que a partir de agora espera esquecer seus anos como suspeito. “Esperança, fé e alegria. Nova vida, novas histórias e novos caminhos”, disse. Após a última sessão realizada no final de julho e que o absolveu dos últimos 3 casos, Eurípides agradeceu o resultado. “Estou muito grato a Deus por me trazer a verdade e a minha inocência e aos advogados por nunca me abandonarem durante esta longa provação”, disse ele. Homem absolvido de 18 anos de ‘louco’ por estuprar e assassinar 5 mulheres: ‘Esperança e fé’ absolve único suspeito, crime continua sem solução em Araguari absolveu Eurípides acusado de assassinar cinco mulheres em 2006. Ele foi preso na época, mas foi libertado em 2007 e desde então está em liberdade aguardando julgamento. O julgamento só começou em 2019, inicialmente em Araguari, quando Oripão foi absolvido do assassinato de Lara Rodríguez Caetano, de 13 anos, falecida em agosto de 2004. Pelo mesmo número de votos, o condutor da carroça foi absolvido das acusações de ocultação. Um cadáver Na época, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apresentou a confissão que ele fez quando foi preso em 2006. Mas, segundo a defesa, ele foi coagido a confessar. A defesa alegou ainda que Eurípedes não poderia cometer o crime por problemas físicos. Após o julgamento, o Ministério Público de Minas Gerais interpôs recurso, porém, em 2022, a absolvição de Eurípides foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Os julgamentos de outros crimes são transferidos para a cidade vizinha de Uberlândia por meio do processo de tutela, onde o julgamento de um crime é transferido para outro distrito e não para o distrito original. A justificativa da medida foi garantir a integridade do julgamento, a segurança dos acusados ​​e o interesse público. “O julgamento foi encerrado em Uberlândia após solicitação do Ministério Público de Araguari. Houve entendimento na comunidade local de que o senhor Eurípides não era o autor do crime”, disse a promotora Jenny Handrow à TV Integracio. Hundro foi um dos quatro procuradores que trabalharam no caso Uberlândia em 2024. No primeiro caso analisado, Amanda Aparecida de Sousa, de 13 anos, os promotores pediram a absolvição por falta de provas. Nas outras três, relacionadas às mortes da Regen Maria Fonseca, Michelle Monteiro Silva e Edma Maria Guedes Batista, ocorreu situação semelhante: absolvição. Eurípides Martins após ser absolvido do crime em julho de 2024. Falta de provas publicadas Para o procurador, o processo de investigação, nomeadamente a nível policial, constituiu uma falha processual. “Foi muito desajeitado. A prova unânime, desde o início, foi a confissão do Sr. Eurípides e uma reconstrução baseada nessa confissão. Esta confissão também foi recolhida num domingo e de forma muito suspeita. É completamente inconsistente com o laudo pericial da própria vítima”, afirmou. “Portanto, os promotores de Uberlândia deixaram implícito que não havia provas suficientes para condenar.” Segundo o juiz Daniel Lewis Rutkowski Dias, as alegações do caso foram consideradas infundadas. Também deu ao réu o direito de aguardar qualquer recurso em liberdade. “Submetido ao veredicto do tribunal do júri nesta data, o conselho de condenação, por maioria, confirmou a materialidade de todos os crimes, e acatou então a tese amparada na ausência de autoria”, disse. Pública de Minas Gerais (MPMG) informa que até agora ‘Maníaco de Araguari’ não vai a júri por morte de adolescente no caso ‘Maníaco de Araguari’ 2004: Eurípides Martins apoia a absolvição de Eurípides Martins. Reprodução do Julgamento/Integração TV Segundo investigações da Polícia Civil, alguns restos mortais como crânios e arcadas dentárias com indícios de violência foram encontrados em diversos pontos da cidade entre 2004 e 2006, período em que as aulas noturnas foram suspensas como mecanismo de defesa acusando Eurípides dos cinco assassinatos tinham entre 13 e 41 anos de idade. Michelle Monteiro da Silva, 24 anos; Rejne Maria Fonseca, 27 anos; Edma Maria Guedes Batista, 41 anos. Ele foi preso depois que a Polícia Civil identificou suas características físicas a partir de um desenho feito por um homem que fugiu após abordar o suspeito. Em sua casa foram encontradas calcinhas, que foram identificadas pela filha de uma mulher desaparecida. Após ser preso, Eurípides confessa os crimes, mas começa a negá-los, dizendo que foi influenciado a assumir a responsabilidade pelo assassinato. Segundo Wagner Pinto de Souza, representante da Divisão de Crimes Contra a Vida, que cuidava do caso na época, o responsável pela morte sempre agiu da mesma forma. Ele avista vítimas enquanto anda de bicicleta pela cidade e espera uma oportunidade de convidá-las para um passeio. As vítimas foram levadas para o mato na zona rural e espancadas até a morte com pedras e pedaços de madeira e depois estupradas. ???? g1 Acompanhe as redes sociais da Triângulo: Instagram e Facebook Vídeo: Veja tudo sobre Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas,

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