Dian Alves da Silva, 44, morre no hospital após atropelamento em faixa de pedestres Arquivo pessoal/Josafa Barbosa Dian Alves da Silva, 44 anos, foi presa pela Polícia Civil em Cabo Frio (RJ), suspeita do atropelamento. A colisão ocorreu em junho de 2025, quando a vítima se dirigia a um supermercado em Araguaína, zona norte do Tocantins. Segundo a polícia, o suspeito estava em alta velocidade e andava de moto, o que é conhecido como ‘dar diplomas’. Nesta segunda-feira (9), foram feitas prisões preventivas pela Polícia Civil do Tocantins com auxílio de equipes da Polícia Civil do Rio de Janeiro. O mandado foi expedido pelo 1º Juizado Penal da Comarca de Aragão. O suspeito foi identificado pela Polícia Civil apenas como JRS, de 20 anos. O g1 não conseguiu contato com sua defesa até a última atualização desta reportagem. 📱 Clique aqui para acompanhar o canal g1 TO no WhatsApp O confronto aconteceu no dia 6 de junho de 2025. Segundo a investigação, Diane estava atravessando a rua em uma faixa de pedestres quando bateu em uma motocicleta. Ele foi resgatado, mas morreu devido aos ferimentos após oito dias no hospital. Leia mais A mulher que morreu no hospital após ser esmagada em uma faixa de pedestres deixou sete filhos: ‘Não merecia terminar assim’, diz o irmão ‘Ele foi ajudar’, diz filha de um idoso que morreu atacado de abelha enquanto trabalhava no pasto Veja vídeos que são tendência no G1 Segundo a Polícia Civil, um homem foi autorizado a investigar por andar de bicicleta em velocidade excessiva na estrada e não tinha carteira nacional de habilitação (CNH). Após a colisão, ele fugiu do local sem socorrer a vítima. O suspeito foi levado para um presídio do Rio de Janeiro. Ele deverá permanecer à disposição da Justiça até sua transferência para o Tocantins. Daiane Alves era Daiane Alves da Silva, 44 anos e cuidadora de idosos. Estudou, construiu sua própria casa e deixou sete filhos. “Ela era uma mulher feroz, nunca abandonou nenhum dos filhos. No dia em que aconteceu, ela estava indo ao supermercado. Ela se sacrificou muito pelos filhos, ensinou-lhes todos os caminhos do bem. Ela era uma pessoa humilde, dedicada à família, trabalhadora, serva de Deus. Ela só queria o bem para as pessoas. Uma pessoa cheia de sonhos. Ela construiu sua casinha, era uma pessoa gentil. Não merecia terminar assim”, disse o irmão de Dine. Josefa Barbosa. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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