A pista está localizada na margem equatorial e, de acordo com a Marinha, cerca de 360.000 km, a expansão abre uma nova atitude para a exploração sustentável dos recursos minerais. A nova região marítima brasileira, reconhecida pelas Nações Unidas Juan Silva/Art G1, viu a expansão da plataforma continental na costa norte do país, que permite que o Brasil fortaleça a influência marinha como uma união do domínio brasileiro em uma região estratégica. Na semana passada, a Comissão Limitada das Nações Unidas (CLPC) (CLPC) aprovou uma solicitação para expandir ainda mais a expansão submersa da massa terrestre do continente do Brasil. A empresa deu ao país o direito de explorar uma área de cerca de 360,7 km – o equivalente ao território alemão. A região excedeu 200 milhas náuticas (cerca de 370 km) da zona econômica exclusiva, que o país já reconheceu internacionalmente os direitos e se estende de AMAP ao Rio Grand à porta. A Comissão da ONU aprovou o pedido brasileiro de expansão da margem equatorial; De acordo com o diretor de hidrografia e navegação da Marinha, Marco Antonio Linhares, que gosta de benéficos, essa etapa abre uma nova atitude para a exploração sustentável de minerais e recursos energéticos, como petróleo, gás natural e metais raros. “A absorção de hidrocarbonetos em possibilidades, implementando pesquisas científicas marinhas e a implementação do sistema de proteção ambiental”, disse Sawars. Além disso, os militares disseram que o Brasil pode usar a região para “fortalecer sua presença militar e proteger a riqueza natural”, concentrando -se no desenvolvimento sustentável. Com essa decisão, esta região do Brasil terá o direito de explorar os recursos naturais presentes no chão e nos subcundadores marinhos. A pista está localizada na margem equatorial. No entanto, a região não é uma das licenças para explorar o petrobras. A área de interesse na empresa petrolífera já está dentro dos limites de 200 milhas náuticas no país. Uma Alemanha ‘venceu’ na região marinha do Brasil por quase uma década após a decisão da ONU; Entendendo desde 2017, o Brasil tenta expandir seu território excedendo 200 milhas náuticas fundadas pelas autoridades internacionais. Segundo a Marinha, a pesquisa sobre margem equatorial exigiu uma discussão de sete anos entre especialistas brasileiros e especialistas da Comissão da ONU. De acordo com o vice -almirante, a expansão da plataforma continental não apenas produz “desafios operacionais e oportunidades estratégicas” não apenas para a maior expansão regional marinha. “O Brasil deve intensificar suas habilidades de observação e inspeção, tecnologia e infraestrutura de barcos, no Brasil, o investimento deve ser mais intensificado. Além disso, planos eficientes para as perspectivas econômicas da região precisam de um planejamento qualificado para equilibrar e conservar”, disse Swaras. Em uma nota conjunta, o Ministério das Relações Exteriores e a Marinha celebram a decisão e relataram que a expansão apresenta um marco para a definição da fronteira do mar brasileiro. Os países da Convenção das Nações Unidas sobre a Lei C (CNUDM) reconhecem as possibilidades de expandir suas fronteiras marinhas excedendo 200 milhas náuticas, mas apresentam estudos técnicos e científicos que comprovam o nível de sua plataforma continental além dos limites. O Brasil apresentou a expansão de três campos: região sul, margem equatorial e margem oriental-série. A proposta da região sul foi aprovada pela Comissão em 2019 e a região pré-Middle ainda está em análise. ON Juan Silva/Art G1 reconhecido pela nova zona marítima brasileira