
Câmara Municipal de Rio Branco Reprodução/YouTube Sessão da Câmara de Rio Branco A Câmara Municipal de Rio Branco derrubou três vetos da prefeitura da capital durante sua segunda sessão geral do ano, que aconteceu nesta quarta-feira (4). Derrubado o veto, as leis que estavam em discussão seriam promulgadas pela própria Câmara Municipal, na íntegra. Houve dois vetos totais e um parcial, mas os vereadores rejeitaram a decisão em três votações unânimes. 📲 Participe do canal g1 AC no WhatsApp A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e a Câmara Municipal de Rio Branco iniciaram oficialmente os trabalhos legislativos para 2026 nesta terça-feira (3) com sessão privada. Os deputados regressaram ao trabalho após as férias de fim de ano. Em pleno ano eleitoral que iniciou o ano legislativo com debates sobre transportes e emendas na Câmara Municipal, vereadores da base do prefeito Tiao Bocalóm (PL), como Rutênio Sá (União) e Márcio Mustafá (PSDB), ajudaram a definir a derrubada do veto. Dois vetos foram assinados pela vice-prefeita Alison Bestin (PP) e o primo de Alison, Samir Bestin (PP), votou pela destituição. Veja também Vetos derrubados abaixo Situação: Veto parcial projeto de lei que proíbe a Prefeitura de contratar espetáculos ou atrações artísticas para eventos abertos a crianças e jovens que promovam a criminalidade e o uso de drogas. De autoria do vereador Jay Lopes (Republicano), o texto foi aprovado pela Câmara Municipal em setembro do ano passado. No dia 12 de novembro, um veto parcial, assinado pela vice-prefeita Alison Bestin, foi enviado aos vereadores e citou violações aos princípios da separação de poderes e da legalidade, violações dos princípios do devido processo legal, defesas contraditórias e amplas e desrespeito à separação de poderes e autoridade administrativa automática. O projeto de lei de autoria de Leôncio Castro (PSDB), totalmente vetado, exigia o uso de crachá de identificação por todos os funcionários do governo municipal. O veto assinado por Bestin citou violações das leis orçamentárias e das qualificações executivas. O projeto de lei que estabeleceu a inclusão dos escritores na legislação municipal é de autoria de Nem Almeida (MDB). O veto afirma que viola os princípios da impessoalidade e da ética administrativa, carece de base legal e viola princípios constitucionais, viola a legislação federal e é contrário ao interesse público. “A transparência é garantida pelo processo, não pelo texto”, afirma o documento vetado pelo telejornal do PL Review Acre


















