Entre as cores e as flores: a tradição da chita que se tornou marca registrada do Carnaval de São Lu já é conhecida por quem vai curtir a festa por lá: estampas florais e tecidos de algodão de cores vivas unem todos que querem curtir o ritmo das Marchinhas. Este tecido, que já foi utilizado como estofamento de sofás e capas de almofadas, tornou-se uma das marcas registradas desta festa popular e praticamente virou a “fazenda” do Carnaval das Marchinhas. A tradição começou há quatro décadas, em um dos primeiros quarteirões da cidade, o Bloco do Agrio, do início dos anos 1980. Os organizadores decidiram usar tecido para os wingsuits infantis. E quando o G1 fala de tudo, significa tudo. Compre roupas, acessórios, grampos de cabelo, chapéus e, sim, até caixas de som. Claro, há também o aparecimento das crianças, onde tudo começou. Chitas: tradições carnavalescas em São Luiz. PATRICK CEASERS Curtindo pela quinta vez o carnaval de São Luiz, a secretária executiva Telma Nastre aproveitou a festa com uma saia longa de chita – um tom de azul bem colorido. E ele planeja aumentar a arrecadação. “Cada vez que chegamos queremos comprar mais coisas de chita. Porque decora! Decora a cidade, todo mundo se veste de chita, então é emocionante para a gente se vestir como todo mundo para o carnaval!” É essa explosão de cores que enche as ruas de quarteirões e movimenta-se com o comércio local. A comerciante Helena dos Santos, que trabalha há 40 anos com tecidos em São Luís, diz que as vendas acontecem todos os dias do ano, mas a chita “bomba” no Carnaval. “Fazemos o ano todo e depois guardamos para vender nesta temporada! Começamos com chita e seguimos em frente, e virou tradição!”, contou ao g1. São esperadas 80 mil pessoas para curtir o Carnaval em São Luiz Veja mais novidades do Vale do Paraíba e região de Bragantina

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