OXFORD – Em 2019, a Elliott Management, um fundo de investimento activista que tinha acumulado uma participação de 3% no Softbank, exigiu uma reunião com o fundador e CEO da empresa, Masayoshi Son.

Elliott queixou-se de que a governação da empresa era tão confusa que as ações eram negociadas pelo menos 50 por cento abaixo do ativo líquido ou do valor “justo” – o conselho de administração era manso, a estrutura empresarial era demasiado complicada e a “transparência” nem sequer era um conceito. Outros titãs empresariais, como Bill Gates e Mark Zuckerberg, curvaram-se diante do deus da boa governança corporativa. Por que não Masa Filho?

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