O menino chegou ao centro de trauma em estado crítico, com queimaduras de segundo e terceiro graus em mais de 80% do corpo. Nem mesmo a equipe médica acreditava que ele sobreviveria. “Todo mundo se reunia muito, não só por causa da gravidade, mas porque ele era muito pequeno”, diz um cirurgião. Dois meses na UTI pediátrica, foram centenas de procedimentos, entre anestesia geral, curativos e enxertos de pele. Depois de seis meses, Bernardo teve alta, mas o tratamento continuou por cinco anos.


















