Sexta-feira, 30 de janeiro de 2026 – 11h48 WIB
Jacarta, VIVA – Em meio ao enorme impulso para veículos elétricos puros (EVs), a PT toyota A Motor Manufacturing Indonesia (TMMIN), na verdade, seguiu um caminho diferente. Em vez de desenvolver diretamente baterias EV em grande escala, a Toyota optou por começar com baterias híbrido. Esta medida não é sem razão, mas é uma estratégia ponderada para testar a prontidão da indústria local de baterias em fases.
Nandi Julyanto, Diretor Presidente da TMMIN, explicou que, tecnicamente, não há diferença fundamental entre baterias híbridas e baterias híbridas plug-in (PHEVs). A diferença está no número de células e na capacidade energética, não no sistema ou na tecnologia central.
“Quando falamos de baterias híbridas e PHEV, na verdade as células e o sistema de gerenciamento de bateria são os mesmos. A única diferença é o número de células”, disse Nandi recentemente em Jacarta.
Essa abordagem torna as baterias híbridas as mais racionais como projeto inicial para o desenvolvimento da indústria nacional de baterias. Com uma capacidade menor, os riscos de investimento podem ser minimizados, enquanto os processos de produção, o controlo de qualidade e a preparação dos recursos humanos podem ser verdadeiramente testados.
A própria Toyota criou uma linha de produção especial para baterias híbridas na Indonésia. A presença desta linha é um sinal de que o desenvolvimento local de baterias não é mais apenas um discurso. Porém, a Toyota ressaltou que todo o processo é feito em etapas e é altamente dependente do volume do mercado.
“A tecnologia exige investimento, o investimento exige volume. O híbrido torna isso possível porque o volume já existe”, disse Nandy.
Além das baterias, a Toyota também está começando a incentivar a localização de outros componentes de eletrificação, como transmissões e motores elétricos. Desde o ano passado, a TMMIN convida fornecedores para discutir metas de localização e preparação para enfrentar o aumento do nível de componentes domésticos (TKDN) em 2027.
Segundo Nandi, a indústria de baterias não pode ser construída imediatamente, embora a Indonésia possua grandes recursos de níquel. Desde o processamento de materiais, tecnologia de fabricação até rígidos padrões de qualidade automotiva, o processo da bateria é muito mais complexo.
“Não se trata apenas de matéria-prima, mas de tecnologia, qualidade e prontidão do ecossistema”, disse ele.
Ao transformar o híbrido num laboratório de baterias, a Toyota espera que a indústria local possa continuar a crescer. Esta abordagem é considerada mais segura e realista, bem como a base para o futuro desenvolvimento de baterias EV em grande escala.
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30 de janeiro de 2026

















