Yoon Suk Yeol é destituído do cargo e acusado de rebelião por declarar a lei marcial para restringir os direitos civis. O país é governado por um governo interino. Coreia do Sul aprova segundo impeachment em 13 dias Um tribunal sul-coreano emitiu um mandado de prisão para Yoon Suk Yeol, o presidente que sofreu impeachment em 3 de dezembro após declarar a lei marcial. A informação foi informada na noite desta segunda-feira (30). ✅ Clique aqui para acompanhar o canal de notícias internacionais g1 no WhatsApp Em teoria, Yoon ainda é o presidente da Coreia do Sul, já que o impeachment exige confirmação do judiciário. Mas ele foi afastado do cargo. Até a última atualização deste relatório, Yoon não havia sido preso. Anteriormente, investigadores sul-coreanos anunciaram que haviam solicitado a prisão de Yun devido à imposição da lei marcial. O presidente deposto é alvo de uma investigação criminal sobre possíveis acusações de traição. O decreto de lei, no início de Dezembro, limitou temporariamente os direitos dos civis. A medida também visava o encerramento da Assembleia Nacional, mas acabou por fracassar e foi rejeitada pelos próprios deputados. Ao declarar a lei marcial, o Presidente Yun criticou a oposição. “Declaro a lei marcial para proteger a República Livre da Coreia da ameaça das forças comunistas da Coreia do Norte”, disse ele. O decreto surgiu em meio à escassa aprovação do presidente e a uma troca de farpas com a Assembleia Nacional, que é controlada por representantes da oposição. Desde então, Yun tem sido alvo de batidas policiais e de uma votação na Assembleia Nacional que o destituiu do cargo. Atualmente, a Coreia do Sul é governada por um presidente interino. Leia também EUA acusam hackers chineses de acessar documentos do Tesouro e estações de trabalho Turista brasileiro e outros dois morrem em incêndio em hotel em Bangkok ‘Mayday (…) colisão de pássaros, ataque’, anunciou o piloto 3 minutos antes de o avião bater em uma parede e sul Sul O presidente da Coreia, Yun Suk-yeol, explode em Foto de arquivo Reuters/Kim Hong-ji/Pool/Foto de arquivo Vídeo: Mais visto no G1

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