Em 1996, o Sr. Tommy Suharto, o filho mais novo do ditador da Indonésia, decidiu construir o Timor, um carro nacional. O plano era importar modelos fabricados pela Kia Motors, montadora sul-coreana, e rebatizá-los. Kia ensinaria a fabricação de automóveis aos indonésios; requisitos rigorosos de conteúdo local garantiriam que a economia fosse beneficiada.
Mas quando a crise financeira de 1997 atingiu o mercado automóvel da Indonésia, 15.000 timorenses ficaram parados num parque de estacionamento. Em 1998, quando os motins em Java derrubaram o regime de Suharto, os envergonhados indonésios proprietários do carro nacional arrancaram os seus logótipos “T”. Sob pressão de parceiros comerciais furiosos, o Timor foi retirado.
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