
A luta pelo estacionamento foi inspirada. 50 -Year -old Adriano de Jesus Gomes atingiu com pelo menos quatro tiros. O DF de 56 anos, Francisco Avaldo de Murad, foi suspeito de matar o DF, ele disse à polícia que a arma militar do exército durante um estacionamento ()) federal no federal na quinta-feira passada era para seu vizinho. atirar. Clique aqui para seguir o canal G1 no WhatsApp, Adriano de Jesus Gomes, 50, morreu após lesão por pelo menos quatro tiros (veja o vídeo acima). O comerciante se rendeu depois de passar cerca de 24 horas na casa dos parentes na sexta -feira (7) São Sebastio. Francis disse à polícia que a arma era seu filho, o exército apenas por 7 anos. A arma era a roupa de seu filho. Ele se queixou de defesa automática, que os investigadores não aceitaram. Glycon Mascarenhas, representante-chefe da 2ª delegacia de Thunda, disse que Francisco era pré-judicial e foi acusado de um assassinato digno, tentou matar assassinatos qualificados e armas de fogo ilegais. A luta anterior durante o testemunho, Francisco, disse que ele e Adriano não caíram pela primeira vez. Segundo o relatório, o portão de Francisco estava espalhado há cerca de dois anos enquanto administrava uma van da escola vizinha. Francisco disse que não registrou nenhum relatório policial na época ou foi ao tribunal. O dano foi parcialmente causado pela esposa de Adriano. O comerciante disse que no dia do crime, ele estacionou o carro ao lado da casa de Adriano e o carro estava sujo com o petróleo de van Ecstast. Francisco foi à casa da vítima e disse que lavaria o carro. Segundo o relatório, ele voltou para casa, pois não atendeu a ligação e deixou a arma na cintura e estava esperando Adriano. Então, quando os vizinhos se conheceram e Francis disse que lavaria o carro, “converteu” Adriano e “livro” com o peito. O momento de luta por uma câmera de proteção foi gravado (assista ao vídeo no início do relatório) enquanto lutava por um carro na criação de DF. Adriano em fotos e mostra seu filho de 20 anos, discutindo com Francisco (blusa branca). O suspeito se retirou para o portão de sua casa e rapidamente disparou as armas de fogo e disparou contra o corredor e o filho. O filho de Adriano escapou e se escondeu na casa, mas Adriano ficou ferido, não pôde resistir a sua lesão e morreu. A mulher presente nas fotos não foi ferida. De acordo com as testemunhas oculares, Adriano tem uma empresa de transporte escolar e estaciona um ônibus na rua onde ele e seu vizinho vive. Francisco não gostou. Leia mais: Vídeo: o vizinho do DF é suspeito de matar ‘Still Here’: veja como a ditadura militar em Brasília leu mais notícias sobre a região em G1 DF.


















