
O presidente foi destituído do cargo pela imposição da lei marcial no país. Policiais estiveram no imóvel que ele utilizava para buscar fotos do sistema de segurança. Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, foto de arquivo Reuters/Kim Hong-ji/Pool/Foto de arquivo A polícia sul-coreana revistou imóveis do Estado usados para negócios envolvendo o presidente do país nesta sexta-feira (27). A Reuters informou, citando a agência de notícias sul-coreana Yonhap, que os policiais pretendiam procurar imagens do sistema de câmeras de segurança da propriedade. As descobertas desta semana não são inéditas. Na primeira quinzena de dezembro, a polícia sul-coreana invadiu o escritório utilizado pelo presidente deposto Yoon Suk Yeol. ✅ CLIQUE AQUI PARA ACOMPANHAR O CANAL DE NOTÍCIAS INTERNACIONAIS G1 NO WHATSAPP Yeol é investigado criminalmente pela rebelião, que durou cerca de seis horas, por impor a lei marcial para limitar os direitos civis sob o pretexto de combater ameaças de “agentes pró-norte-coreanos”. Ele se desculpou e disse que declarou a lei marcial por desespero. Devido à lei marcial, Yoon sofreu impeachment na primeira quinzena de dezembro e foi afastado da presidência até que o Tribunal Constitucional da Coreia do Sul decida se aceita a decisão do parlamento de destituí-lo do cargo. Na semana passada, Yoon Suk Yeol não compareceu perante o Gabinete de Investigação de Corrupção de Altos Funcionários para testemunhar sobre a sua breve imposição da lei marcial. Este artigo está sendo atualizado.


















