Banco Master: TCU deve apresentar suas razões ao BC em até 30 dias e a decisão da defesa pode sair. A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) deverá concluir no prazo de 30 dias que o Banco Central agiu corretamente ao decretar a liquidação do banco mestre. Caso seja detectada fraude, a tendência é que parecer técnico apoie a decisão da autoridade financeira. Confirmado esse cenário, o TCU deverá concluir seus trabalhos após esse prazo. Leia mais Banco Master: Presidente do TCU diz que fiscalização de liquidação do BC traz ‘segurança jurídica’ CDB não realista e carteira de crédito falsa: entenda o que está por trás da liquidação do Banco Master Blog investigação, estratégia de defesa de Daniel Vorcaro se todas as fiscalizações judiciais puderem usar Ministro Jesus ou Ministro. BC correu, o tiro saiu pela culatra. A análise indica que o objetivo final da defesa pode não ser reverter o acordo (ou “desliquidação”, termo usado por Vitale), mas sim preparar o caminho para futuras compensações. O argumento de que o BC agiu com pressa —tese movida pela campanha digital— serviria mais tarde de base para exigir indenização do sindicato. Contudo, se o TCU certificar formalmente que o banco central agiu dentro da estrita legalidade e tecnologia, esta possibilidade de reivindicar indenização é juridicamente nula. Embora Vital do Rêgo sustente que as fiscalizações trazem “segurança jurídica”, o episódio reacende o debate sobre os limites da atuação do Tribunal de Contas. A análise aponta o risco de ultrapassar a competência do tribunal para monitorar os gastos públicos e passar a atuar como órgão de revisão das decisões técnicas das agências reguladoras —fenômeno já observado em setores como petróleo (ANP) e portos (Antaq). A interferência nas decisões finais das empresas técnicas cria incerteza jurídica e afecta o mercado em milhares de milhões de dólares. Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital Du Rego TCU/Divulgação

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