O prefeito Ricardo Nunes disse que a cidade está com 6 mil ordens de trabalho porque depende da Enel para podar ou remover árvores. A capital paulista tem fila de 13,9 mil pedidos de poda ou remoção de árvores pendentes. No total, foram registradas 46,7 mil solicitações por meio do telefone ou aplicativo do canal oficial de atendimento 156 serviços da cidade de São Paulo. Os dados abertos estão disponíveis no primeiro semestre deste ano e na plataforma da administração municipal. Um dos principais motivos do apagão em São Paulo foi a queda de árvores Segundo a gestão de Ricardo Nunes (MDB), candidato à reeleição, foram registradas 386 árvores e galhos caídos desde a noite de sexta-feira (11). Até esta segunda-feira (14), apenas 40% das remoções foram resolvidas. Nunes culpou a Enel por deixar milhares de moradores de São Paulo sem energia. (Leia mais abaixo) Os distritos com maior número de pedidos de poda ou remoção de árvores estão localizados principalmente nos subúrbios. Confira os bairros com maior fila de espera: Itaquera: 572 Pirituba: 476 Cidade Líder: 416 Perdizes: 400 Lapa: 394 Vila Curuçá: 379 São Domingos: 347 Jardim São Luis: 342 Jaraguáaim: 331 Segundo dados da Prefeitura, 156 , a Zona Leste é a região com maior número de solicitações abertas, com 4.254 – equivalente a 30,8%. A região Norte (25,2%) seguida pela região Sul (25,2%) – a mais afetada pelos apagões – ficou em segundo lugar. A região oeste concentra 15,8% dos pedidos pendentes e o centro apenas 2,1%. Supermercados sem energia por volta das 10h40 durante apagão em Boa Vista Valéria Oliveira/g1 Em pauta desta segunda-feira, Nunes disse que a prefeitura suspendeu 6 mil ordens de serviço porque dependem da Enel para podar ou retirar árvores. “Quando você tem um incidente de aproximadamente 100 km/h, independente de poda ou não, essa árvore fica suscetível a queda ou qualquer outro equipamento (…) se ela ficar exposta à eletricidade, impedindo a capacidade de fazer o trabalho que precisa ser feito”, explicou. No entanto, um total de 13.900 pedidos de poda de árvores estão pendentes em toda a capital. Procurada, a gestão municipal não explicou ao G1 por que as outras 7,9 mil solicitações não foram atendidas até o momento. “O trabalho de zeladoria da cidade continua e, até o início de outubro deste ano, 132.809 árvores foram retiradas e podadas (incluindo sábados, domingos e feriados). A Prefeitura ainda aguarda o corte de energia da Enel para realizar as operações de poda 75 árvores na cidade”, disse a Prefeitura. Enel responsável Depois que a tempestade deixou mais de 2,1 milhões de imóveis sem energia na capital e regiões metropolitanas, Nunes culpou as concessionárias da Enel pelo caos na capital. “Esses problemas (falta de energia elétrica) foram causados ​​por problemas em 17 postos da Enel, que nem ficam na cidade de São Paulo. As linhas por onde passa a energia que não estão na cidade foram afetadas”, disse o prefeito. Sobre as 386 árvores que caíram na capital durante o temporal, a Emidevista disse que eram “árvores sãs” e caíram devido aos ventos fortes na capital. “Quando você tiver ventos de 89 km por hora, você notará que há árvores saudáveis ​​que foram danificadas nesta queda devido aos ventos fortes. O que precisamos é o que temos hoje: um plano de contingência. A equipe está pronta. Temos equipas, reforçamos as equipas de bombeiros com representantes de operações, equipamentos e viaturas. Mais de 600.000 árvores foram cortadas e podadas no ano passado. É continuar fazendo manutenção para podermos reduzir”, declarou Nunes. Texto do plugin primário Leia mais: Sem conseguir atendimento pelo SAC, moradores de SP procuram carros da empresa para tentar falar com técnicos, Enel recebe proibição de multa de R$ 320 milhões aplicada pela Aneel e ainda paga por infração de novembro Não providenciou apagão de 2023 Entenda o que é a responsabilidade da Enel em caso de apagão, como a responsabilidade da Enel em São Paulo Força-tarefa de São Paulo buscará esclarecimentos da Enel sobre apagão O ministro de Minas e Energia Alexandre Silvera disse que a concessão do país formará uma força-tarefa para restaurar a energia da concessionária Enel pode Pelo menos 338 mil imóveis estão às escuras hoje, segunda-feira (14), até as 18h30. A afirmação foi feita durante coletiva de imprensa na sede da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, em São Paulo (SP). “Além das distribuidoras CPFL, Enel, EDP, ISA CTEEP, Eletrobras, Light, Energisa, que estão aqui hoje, estamos ampliando de 1.400 (funcionários da Enel) para 2.900 profissionais, além de mais de 200 caminhões para apoiar essas equipes ., caminhões próprios da Enel e mais de 50 ferramentas”, disse. Durante a entrevista coletiva, o ministro criticou o fato da Enel não ter fornecido uma previsão de reposição de energia para os moradores. Silveira disse que a empresa “beirava a estupidez” ao modernizar e reduzir seu quadro de funcionários e criticou duramente o prefeito, acusando-o de espalhar notícias falsas sobre o acordo com a Enel e de exigir mais planejamento urbano. “Quando a Enel disse que não tinha previsão de atendimento à população, eu disse que cometeu um erro grave de comunicação, um erro grave no seu compromisso contratual com a sociedade paulista de não fornecer uma previsão objetiva. que temos os próximos três dias para resolver o maior problema.” Sete pessoas morreram devido ao temporal em SP

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