
O relatório da Controladoria-Geral da União foi enviado pela AGU ao ministro do STF Flávio Dino, relator da ação indicando a falta de transparência na emenda parlamentar. Controladoria-Geral da União (CGU) Reprodução/RPC A Controladoria-Geral da União (CGU) elaborou relatório sobre a destinação de recursos para organizações não governamentais (ONGs) a partir da emenda parlamentar, segundo a qual metade das 26 organizações fiscalizadas não dispunha de medidas de transparência adequadas. A elaboração do documento atende a um pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, representante das ações que indicam a falta de transparência no repasse de recursos públicos por meio de emendas parlamentares. O relatório foi enviado ao Supremo Tribunal Federal pela Advocacia-Geral da União (AGU), que representa o Poder Executivo na negociação de indicações e na concessão de emendas. Dino publica emendas de comissão voltadas à saúde, mas exige os nomes dos parlamentares responsáveis ???? As emendas parlamentares são verbas previstas no orçamento central e são pagas conforme orientação de deputados e senadores. Os parlamentares destinam o valor dos trabalhos e atividades aos seus estados ou municípios ???? Desde agosto de 2024, Flávio Dino limita o pagamento dessa emenda e exige que os poderes Executivo e Legislativo apresentem um modelo mais transparente para divulgar os detalhes desse dinheiro. : quem dirigiu, onde está o dinheiro e como será gasto, por exemplo. As fiscalizações da CGU foram realizadas por amostragem e o critério de seleção para análise foi o montante de bens repassados às empresas. Foram selecionadas 26 entidades para avaliação de um universo de mais de 600 ONG financiadas. Segundo o relatório da CGU, entre as 26 organizações que deveriam promover a transparência na aplicação dos recursos decorrentes da emenda parlamentar: 13 delas (50%) não oferecem transparência suficiente nem divulgam informações 9 organizações (35%) apresentam as informações de forma incompleta, ou seja, há informações com algumas alterações ou sem atualização suficiente. 4 entidades (15%) promovem adequadamente a transparência da informação, a acessibilidade, a clareza, o detalhe e a completude. considerando Ainda segundo a CGU, outras 7 entidades não constam na contabilização, porque não receberam pagamentos no período de 2020 a 2024, embora haja registos de poupança de bens a partir de 2 de dezembro do ano passado. “Quanto à divulgação de recursos para ONGs com irregularidades identificadas, constatou-se que nenhuma das organizações avaliadas possui restrições ou irregularidades registradas na base de dados do Cadastro de Empresas Desabilitadas e Suspensas (CEIS) e da Lista de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidus Lucros (CEPIM), dizia o relatório.


















