
O grupo estava em um recipiente com destino à tira de Gaza. No início da segunda -feira (3), o barco chegou a um porto em Israel e passou no exame médico de Kura, informou o governo. Greta Thunburg anunciou que o ministério israelense desembarcou no porto de Israel no porto de Israel que os trabalhadores cavalgavam no barco de Madlin chegaram ao aeroporto na terça -feira (1) para serem deportados para o aeroporto por tempo de Brasília. O partido disse que estava indo ao vale de Gaza buscar assistência humanitária. Clique aqui para acompanhar o G1 International News Channel no WhatsApp, de acordo com a publicação do Ministério das Relações Exteriores de Israel na rede social Social X, o grupo está no aeroporto de Ben Gurion. “Qualquer pessoa que se recusou a assinar documentos deportados e deixar Israel será levada à autoridade judicial”, afirmou a publicação. O Salebot “Medalin” foi interrompido na segunda -feira (9). Entre os tripulantes estavam Greta Thunberg e cinco outros trabalhadores. Antes desta segunda -feira (1), o navio chegou ao porto de Ashdod, equipado com o navio da Marinha israelense. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, esses líderes fizeram exames médicos. A Freedom Floatilla Coalition foi organizada pelo grupo. No domingo (1), a equipe do navio disse que estava no ataque, o barco estava cercado por drones e o militar israelense se levantou. Segundo os organizadores, o navio carrega o fornecimento de fontes, alimentos e tratamento para crianças. O governo israelense disse que a assistência do conselho era mínima, menos que um ônus de caminhão. O governo também disse que todos os trabalhadores serão enviados de volta para casa. Leia mais ataques ucranianos na região de Moscou.


















