“Puxei meus filhos para mim. Cheguei até a empurrar meu filho Bernardo, de 6 anos (o único que estava de colete). Foi ele quem salvou a minha vida e a do irmão. Ele veio até o condomínio e pediu ajuda às pessoas. Já estava escuro, não conseguia ver nada, então gritei até que alguém ouviu meu filho menor de um ano”.


















