Mulher encontrada morta com sinais de violência em trilha em Florianópolis Relatos incluem duas turistas que tiravam fotos no local e surpreenderam o homem olhando para a mata. O relatório policial a que a TV NSC teve acesso detalhou que fotografaram o homem e que as imagens ajudaram a confirmar que se tratava de Geoven Correa Mayer. Ele foi preso na manhã desta sexta-feira (21) e confessou o crime. A prisão é convertida em prisão preventiva. ✅ CLIQUE E SIGA O CANAL g1 SC NO WHATSAPP Katarina morava nesta região e foi morta enquanto ia para uma aula de natação no início da manhã. Um vídeo mostrou o autor correndo pela areia da praia após o Katrina passar pela mesma área. Além das duas mulheres, a polícia analisou imagens de câmeras e conversou com moradores da área, segundo o boletim de ocorrência. Mulher de fuga investigada por homicídio Prisão preventiva ordenada Mulher encontrada morta em pista com sinais de violência Na delegacia, o homem preso disse que estrangulou a jovem com um cadarço de sapato e a agrediu sexualmente. O relatório divulgado pela Polícia Científica, acessado nesta segunda-feira (24) pela TV NSC, confirmou que Katrina morreu por asfixia por asfixia e apresentava sinais de ter sido agredida sexualmente. 📍A trilha do Matadeiro é uma das mais famosas da capital e está localizada na zona sul da cidade. O local é conhecido por cruzar a Mata Atlântica preservada. Katarina Kasten, 31 anos, era estudante de pós-graduação na UFSC UFSC/Divulgação Qual a defesa de Giovan Correia Mayer? O preso é natural de Viamão, no Rio Grande do Sul, e mora na região com a família desde 2019. Segundo a Polícia Militar, ele passava pela trilha. Na sexta-feira, ele disse que voltava de uma festa onde havia consumido bebida alcoólica. A defesa do investigado fica a cargo da Defensoria Pública. Em comunicado, a agência afirma que garante assistência jurídica integral e gratuita a todas as pessoas que não tenham advogado. “A missão constitucional da Defensoria Pública é garantir assistência jurídica integral e gratuita a todas as pessoas em situação de vulnerabilidade. Este grupo inclui todas as mulheres vítimas de violência de género, bem como qualquer pessoa acusada de um crime que não tenha advogado nomeado.” “Durante a audiência de apresentação, toda pessoa detida recebe assistência da Defensoria Pública, que zela pelo respeito aos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”. Kara foi vítima. Catarina é pós-graduanda em Estudos de Letras e Letras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Formada em literatura inglesa em 2022, ela era professora e, segundo amigos, já planejava fazer doutorado. A Polícia Militar foi chamada pelo companheiro dela, que disse aos agentes que não havia voltado para casa no horário habitual. Antes de cursar literatura na UFSC, Katarina era estudante de engenharia de produção, onde cursou o Centro Acadêmico Livre de Engenharia de Produção (CALIPRO). Em comunicado na noite de sexta-feira, a universidade lamentou a morte e condenou qualquer forma de violência contra as mulheres. Um evento público foi realizado no sábado em memória do pesquisador próximo à trilha onde foi encontrado. O protesto pedia mais segurança para as mulheres em Florianópolis. “A universidade une esforços com todos aqueles que querem trabalhar para que tal incidente não aconteça novamente, ecoa a indignação da comunidade universitária e, ao mesmo tempo, manifesta solidariedade aos amigos e familiares de Katarina neste momento de dor”, disse a UFSC. O Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC lamentou o assassinato da mulher “reconhecendo sua dedicação, talento e contribuição ao PPGI”. “Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade e desespero pela perda irreparável. Apresentamos nossas condolências aos familiares, amigos, colegas e professores”. Infográfico da morte de Katarina Kasten, de 31 anos, no SC Arte g1 Vídeo: Mais visto no g1 SC nos últimos 7 dias

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