O destaque da apresentação foi a travesti Sarah Wagner York, educadora, pesquisadora, especialista em gênero e sexualidade e uma das principais vozes pelos direitos da população LGBTQIAP+. Sua trajetória resume o preconceito e os abusos perpetrados contra pessoas trans: antes de ser expulsa de casa, aos 12 anos, era regularmente queimada com uma ponta de cigarro pela mãe para “aprender a ser homem”. , ele disse. Ele se tornou pai aos 16 anos e há anos não via o filho. Em 2025, completará 50 anos, tendo vivido com o VIH durante 34 anos. “Tenho uma história linda, mesmo que o travestismo tenha sido historicamente uma questão oculta. O Brasil tem a população trans mais assassina do mundo. Pode fazer parte das estatísticas e de certa forma, essa violência me mata todos os dias. Mas aqui estou”, finalizou sendo aplaudido de pé ao final do depoimento.


















