
Laura Vitoria desapareceu em 9 de janeiro do ano passado Reprodução/TV Anhangueira A menina desaparecida Laura Vitoria Oliveira da Rocha completa um ano em 2026. A criança saiu de casa para ir ao supermercado e nunca mais foi vista. Ele tinha nove anos então. Em 2017, a família de Laura passou por mais uma dificuldade depois que a mãe da menina foi assassinada por um policial delinquente durante uma discussão. A Secretaria de Segurança Pública disse que o caso está sob investigação e está a cargo da Diretoria Anticorrupção e Crime Organizado (DRACO). A SSP disse ainda que o caso tramita de forma sigilosa e por isso não é possível dar detalhes do que a polícia já investigou. 📱 CLIQUE AQUI PARA SEGUIR g1 PARA O CANAL NO WHATSAPP LEIA MAIS Família busca por menina desaparecida de 9 anos no vídeo do Tocantins Vídeo mostra menina saindo do mercado antes de desaparecer Investigando desaparecimento de menina Laura Vittoria muda de delegacia pela 2ª vez Policial criminal condenado à prisão e policial preso por matar a mãe de Trimark e o irmão de La-Mae. Ossos encontrados Ossos foram encontrados por funcionários que trabalhavam no anel viário. Naquele dia, por volta das 10h30, a menina saiu para ir ao supermercado. Imagens das câmeras de segurança do estabelecimento mostram ele entrando no local às 11h17. Menos de três minutos depois, a jovem saiu com uma sacola na mão. Depois disso, ele nunca mais foi visto. Naquele momento, familiares e parentes do falecido fizeram buscas no local, área florestal e imóveis abandonados, mas não encontraram a criança. Familiares procuraram pela desaparecida Laura durante uma semana. Ainda em 2016, um suspeito foi preso, mas foi libertado porque a polícia não conseguiu apresentar provas de envolvimento no desaparecimento da menina. O ex-namorado de Sione Pereira de Oliveira, mãe biológica de Laura, também foi entrevistado, mas também foi liberado. Em 2018, acredita-se que os ossos de uma criança tenham sido encontrados em um mato entre o setor Lago Norte e a TO-010, em Palmas. Cinco dias depois da descoberta dos ossos, a polícia informou que seriam realizados exames de DNA para saber se o material pertencia a Laura Vitória. Desde então não houve nenhuma evidência de que os ossos pertencessem a Laura ou a qualquer outra criança. Naquele ano, a polícia seguiu uma linha de investigação que sugeria que o desaparecimento da menina estava relacionado ao tráfico de drogas, já que seu pai cumpria pena pelo crime no Presídio Provisório de Palmas. Mãe Sione Pereira foi morta a tiros e distribuidor morreu em reprodução/TV Sione Pereira foi morta a tiros no dia 15 de setembro de 2017, em uma distribuidora de bebidas no Jardim Oreni III, zona sul de Palmas. Sion Pereira e Weliton Barbosa morreram no local e um ficou ferido. Na época, a polícia disse que o assassinato ocorreu devido a uma disputa. Em 2025, o policial criminal Robson Dante Gonzaga Santana foi condenado a mais de 18 anos de prisão pelo assassinato de Sion. Sua sentença incluiu a perda de cargo público. Segundo o Portal da Transparência, ele era servidor público desde 2017 e trabalhava na Unidade Penal de Palmas. Não há relatos do desaparecimento de Laura com a morte da mãe. O g1 solicitou informações à Secretaria de Cidadania e Justiça sobre se o policial foi demitido e aguarda resposta. Robson Dante Gonzaga Santana foi condenado a mais de 18 anos de prisão pelos assassinatos de Sion Pereira de Oliveira e Weliton Pereira Barbosa TV Anhanguera/Reprodutivo. No momento do crime, um morador da região disse ter ouvido cinco tiros. Segundo a Justiça, o policial cometeu o crime sob efeito de álcool. Depoimentos recolhidos durante o processo indicaram que o acusado chegou ao estabelecimento dizendo que era policial, portava arma de fogo e que alguém iria morrer naquela noite. No dia do crime, o policial compareceu à delegacia com a arma do crime e disse ter agido em legítima defesa. De acordo com a sentença, o arguido declarou que não conhecia as vítimas e que se dirigiu a elas no bar. Disse ainda que foi surpreendido com o capacete na nuca, também atacado por diversas pessoas, razão pela qual abriu fogo alegando estar agindo em legítima defesa. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.


















