Jonathan Kipnis e seus colegas apontam como a saúde do cérebro está diretamente relacionada à capacidade com que o órgão se livra de detritos que têm o potencial de danificá-lo. O processo ocorre através da dinâmica vascular onde o sistema glinfático drena resíduos metabólicos e toxinas do sistema nervoso central, como a proteína beta-amilóide, associada à doença de Alzheimer. O envelhecimento compromete a função de “limpeza”, causando acúmulo de substâncias nocivas, e a terapia para restaurar esse fluxo pode prevenir o declínio cognitivo.

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